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A FITOTERAPIA E O EMAGRECIMENTO



A busca pelo corpo perfeito, o desejo de soluções imediatas nas estéticas propostas pelas propagandas e as dificuldades de auto-aceitação, está provocando cada vez mais o descontrole emocional das pessoas. Todos os métodos possíveis para o emagrecimento são utilizados independente de orientações de profissionais habilitados, inclusive a fitoterapia.
Não há fórmulas e também fitoterápicos de ações imediatas que possam transformar uma pessoa com uma determinada massa para uma redução do seu "peso".
Em primeiro lugar, a pessoa que deseja reduzir a sua massa, deve compreender o que está ocorrendo com seu corpo, para depois partir para a ação. Existem vários fatores que permitem o aumento da massa de uma pessoa:
• Fatores Genéticos – A pessoa nasce com características genéticas propícias ao aumento da massa corpórea.
• Fatores Endócrinos – A pessoa apresenta distúrbios hormonais e este fato influencia no seu "peso".
• Fatores Emocionais – A pessoa em desequilíbrio emocional poderá apresentar interferências em seu "peso".
• Hábitos Alimentares – Alguns hábitos alimentares como excesso de sal, açúcar e lipídios e a falta de frutas e verduras nas refeições, favorecem o aumento na massa do corpo. Por outro lado, a redução de alimentos, desacelera o metabolismo celular, o que acarretará em um acúmulo de energia no corpo.
• Vida Sedentária – A falta de uma atividade física também é um dos responsáveis pela falta de uma silhueta desejável.

Desta forma, antes de utilizar qualquer dieta na redução do seu "peso", a pessoa necessita de um diagnóstico e de orientações clínicas, e não podemos esquecer que o profissional habilitado e autorizado legalmente para diagnosticar e prescrever o tratamento ideal para uma pessoa é o médico. Todos os demais profissionais de saúde poderão auxiliá-lo, mas ainda será o médico o profissional responsável pelo tratamento.
Após um diagnóstico médico, as ervas medicinais poderão entrar no tratamento sobre a orientação de um fitoterapeuta, esse profissional utilizará as plantas necessárias para um metabolismo celular equilibrado.
Independente de qualquer vegetal que possa ser utilizado no tratamento da redução do "peso" gostaria de recomendar algumas práticas para uma silhueta desejável.
• Não faça dieta em hipótese alguma sem orientação médica.
• Reduza o consumo de açúcar.
• Faça refeições balanceadas e leves, que nutram as células.
• Durma bem.
• Pratique ginástica e exercícios aeróbicos.
• Beba bastante água e tenha um funcionamento do sistema digestivo satisfatório.
E não se esqueça que a recomendação de Jesus é: "Amarás a teu próximo como a si mesmo...", ou seja, ame a si mesmo e cuide de sua saúde para que você possa amar a seu próximo. Já em Gn 1.30 observamos o cuidado de Deus para com os nossos alimentos e em todo livro de Levítico há orientações para o povo quanto à saúde física, mental e espiritual. Deus prescreveu para seu povo o caminho da saúde, é nossa missão obedecer a suas recomendações. 

Fonte : Pr. Gerson Marques da Silva – Biólogo – Pós-Graduado em Fitoterapia e Embriologia

A palavra fitoterapia vem do grego (phyton = vegetal e therapia = tratamento). É o estudo dos medicamentos obtidos de matérias-primas exclusivamente vegetais. Não é possível dizer sua origem, pois é uma prática que sempre esteve presente na humanidade. Em toda civilização há indícios do uso da fitoterapia. Acredita-se que o homem, ao observar que os animais buscavam ervas quando doentes, deduziu as propriedades medicinais das plantas.
Durante muito tempo, a fitoterapia foi relacionada exclusivamente a crendices populares. No entanto, o uso de medicamentos fitoterápicos está ficando cada vez mais popular. Isso se deve à grande procura por tratamentos naturais, o que acelerou as pesquisas e desenvolvimento desses medicamentos. Mas é preciso tanto cuidado ao utilizar esses produtos quanto ao utilizar qualquer outro medicamento.
 A utilização de fitoterápicos apresenta certas vantagens. Em alguns casos, verificam-se efeitos terapêuticos superiores aos medicamentos convencionais, apresentando menos efeitos colaterais. Um só tipo de planta pode servir para o tratamento de diversas patologias. Outra grande vantagem na utilização desses medicamentos é o baixo custo, principalmente em um país como o Brasil, onde há muitas pessoas que necessitam de medicamentos, porém com poucos recursos.
 O desenvolvimento de medicamentos fitoterápicos passa por quatro etapas básicas. A primeira é a botânica, é uma fase muito importante, pois é quando se identifica a planta. Na etapa farmacêutica é desenvolvida a forma de preparo adequada e se identifica as suas propriedades. Na etapa dos ensaios biológicos são feitos os testes necessários ao medicamento. Por último, a etapa clínica, onde o medicamento passa por outros testes, em pessoas.
 Tantos benefícios e pouca regularização desses medicamentos resultam em uso indiscriminado, incluindo a automedicação. Por isso a ANVISA criou algumas regras para os medicamentos fitoterápicos no Brasil, entre elas, exige que o fabricante desse tipo de medicamento teste e comprove sua segurança e eficácia.
 Os conhecimentos fitoterápicos ainda não são muito difundidos na área da saúde. Essa falta de conhecimento técnico é uma das razões para não serem muito prescritos. Para aproveitar todo o potencial desta flora tão rica que temos, é importante que a fitoterapia esteja inserida nos cursos da área da saúde, para que os profissionais a utilizem com mais frequência e conhecimento.

O que são Fitoterápicos?

Saiba o que são fitoterápicos, sua aplicação na saúde e no emagrecimento e todas as vantagens de sua utilização!
O que é Fitoterápico?

De acordo com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o fitoterápico pode ser definido como “o medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade...”.

No Brasil

O nosso país possui a maior diversidade genética vegetal do mundo, com cerca de 55.000 espécies catalogadas de um total estimado entre 350 mil e 550 mil espécies.

Há ampla tradição de uso das plantas medicinais, vinculada ao conhecimento tradicional (popular). No entanto, medicamentos homeopáticos não são considerados fitoterápicos. Quando comparado aos países europeus, o Brasil está bem abaixo no que se refere ao uso desses recursos naturais, apesar da rica biodiversidade.

No Mundo

Segundo a OMS, cerca de 80% da população mundial faz uso de medicamentos derivados de plantas medicinais. No Brasil pesquisas demonstram que 91,9% da população já fez uso de alguma planta medicinal.

A Fitoterapia

A terapia medicinal por meio do uso de plantas com propriedades terapêuticas é uma técnica existente há milhares de anos na medicina popular de diversos povos. Entretanto, para o fitoterápico ser aprovado e liberado para comercialização, é necessário decorrer por diversas etapas: a Botânica (que se refere à identificação do material vegetal); Farmacêutica (onde é definida a maneira ideal de preparo); Ensaios Biológicos (fase de testes frequentes, inclusive em animais) e Etapa Clínica (dividida em quatro partes, onde o medicamento é usado primeiro em poucas pessoas, depois em indivíduos doentes, em seguida prolonga-se o tempo de uso, para, só então, expandir o uso em um número maior de pacientes, o que vai comprovar a eficácia e funcionalidade de tal fitoterápico).

Porque Fazer Uso?

Um medicamento fitoterápico é elaborado através de plantas medicinais e seus derivados (tais como: suco, cera, óleo, extrato, entre outros), numa mistura de substâncias feita de maneira industrializada. Com o objetivo de prevenir, aliviar ou melhorar o estado patológico, além de curar doenças, o fitoterápico é, na essência, um produto que tem eficácia garantida e oferece menos efeitos colaterais e riscos ao paciente. É preciso ressaltar que alguns cuidados devem ser tomados, como, por exemplo, a restrição do uso para mulheres grávidas e lactantes (em fase de amamentação), pois algumas substâncias podem interferir negativamente na fase de gestação e torna-se um fator abortivo. As plantas medicinais mais procuradas pela população são: artemísia, babosa, boldo, camomila, carqueja, catuaba, erva doce, erva cidreira, eucalipto, espinheira santa, ginseng, guaco, guaraná, hortelã, malva, quebra-pedra, romã e tanchagem.

Relação entre Fitoterápicos e Emagrecimento

Algumas plantas atuam na queima do excesso de gordura e desintoxicação do organismo. De acordo com as substâncias presentes em determinado fitoterápico, são muitos os princípios ativos utilizados para ajudar no processo de emagrecimento. A Chlorella, por exemplo, contém algas compostas por proteína, clorofila, vitamina E e complexo B que agem como complementos nutritivos, auxiliando na sensação de saciedade. Portanto, auxilia no emagrecimento, na constipação (intestino preso) e no fortalecimento do sistema imunológico.

Quem Pode Prescrever?

Desde o dia 30 de julho de 2007, quando foi publicada a Resolução nº402, os profissionais de nutrição estão autorizados a praticar prescrição de fitoterápicos oriundos de plantas in natura frescas, ou como droga vegetal nas suas diferentes formas farmacêuticas.

O nutricionista orienta seu paciente sobre como fazer o uso correto do fitoterápico, que precisa ser reconhecido e adequado às normas da ANVISA (quando industrializados). A segurança dos fitoterápicos deve ser a mesma dos medicamentos convencionais e devem ser registrados no Ministério da Saúde antes da comercialização.


Fonte : http://www.emex.com.br



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