Pular para o conteúdo principal

MORRENDO POR NÃO SABER : RESGATE DA TERAPIA DE GERSON E SEUS EFEITOS NS CURA DO CÂNCER - DOCUMENTÁRIO EM VÍDEO





“Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento.”
~ Carlos Bernardo González Pecotche

Se existe alguma terapia que cure o câncer, onde ela está? Não deveria ser conhecida de todos a esta altura? Se não fosse conhecida, qual seria a razão? A indústria farmacêutica e algumas das organizações médicas predominantes? A Terapia Gerson seria essa terapia?

Essas são as perguntas que estão expostas no documentário “Morrendo Por Não Saber“, ou “Dying To Have Know“, de 80 minutos, do diretor Steve Kroschel, que já trabalhou em mais de 100 documentários para a National Geographic, BBC e PBS, e está sendo cada vez mais conhecido por seu ativismo na saúde. A Terapia Gerson, criada pelo médico alemão Max Gerson (1881-1959) no início do século passado, é uma terapia baseada em dieta alimentar natural e baseada em plantas, além de outras técnicas como o enema feito de café, e há diversos relatos de cura que a medicina, ou parte dela, contestam por ausência de evidências comprovadas. O principal livro de Max Gerson é “A Terapia do Câncer: Os Resultados de 50 Casos“ (A Cancer Therapy: Results of 50 Cases), publicamente originalmente em 1958.

O que provocou a investigação de Kroschel foi uma declaração da filha que Gerson, Charlotte Gerson, hoje com 84 anos, que dizia exatamente o contrário: “É um fato cientificamente comprovável que a Terapia Gerson cura câncer assim como quase todas as outras doenças crônico-degenerativas“.

As entrevistas são marcantes e os casos de cura parecem estar acima de qualquer dúvida, mas o documentário não mostra a comprovação médica requisitada (ainda que essa comprovação possa fazer parte de um paradigma científico contestado). As evidências poderiam ser mais fortes se o documentário também cumprisse um roteiro mais transparente, como explicar ao telespectador porque o diretor Kroschel está indo entrevistar este ou aquele médico, como ele chegou àquela fonte, qual a representatividade dela, entre outras informações. Kroschel se mostra abertamente pro-Gerson, mas num documentário é de bom grado que você ao menos explique o que acontece nos casos onde a Terapia de Gerson não chegou à cura. Porque não chegou? Como aconteceu? É possível entrevistar alguém que não se curou? Se a terapia é realmente eficiente como está sendo mostrada, essas questões não deveriam afetar o aspecto geral do filme.

Mas um dos mais ricos aspectos da obra – mas pouco explorados por ela – é o magnífico potencial da natureza. O documentário viajou aos EUA, Espanha, Holanda e Japão, e entrevistou médicos, pacientes e nutricionistas, mas o que chama a atenção é a potência de cura da natureza, e a força de adoecimento e intoxicação que fazem parte do estilo de vida industrializado e sintetizado em nossa alimentação. Não conheço pessoalmente a Terapia de Gerson, mas conheço o Ayurveda, a medicina antiga (e atual) da Índia, que lida fundamentalmente com as características da natureza, e que possui amplos ramos como o estudo das ervas e suas capacidades de cura, e certamente o médico Gerson deve ter observado pelo menos parte destas mesmas capacidades quando formulou sua terapia. Há que se fazer um documentário (ou mais) sobre essa ainda desconhecidas capacidades, e seu grande potencial de ajudar o corpo humano a viver com saúde.

Esse documentário faz parte de uma sequência de outros documentários do mesmo diretor, principalmente um que o precedeu, “The Gerson Miracle” (O Milagre de Gerson), de 2009, e outro que o sucedeu, “The Beautiful Truth” (A Bela Verdade), de 2008, e ambos tratando de assuntos e revelações sobre a alimentação e a saúde em geral.

Segue o filme (1h20min) legendado em português:




Fonte:http://dharmalog.com/


Postagens mais visitadas deste blog

OVOS - QUANTOS POSSO COMER POR DIA ?

Ovos — Quantos Posso Comer por Dia?

Os ovos são uma fonte ampla­mente disponível, barata e ver­sátil em ter­mos de pro­teí­nas, cál­cio e vit­a­m­i­nas. Eles tam­bém são fre­qüen­te­mente asso­ci­a­dos a efeitos adver­sos como prob­le­mas de coles­terol e dia­betes. No entanto, a pesquisa atual mostra que o con­sumo mod­er­ado de ovos pode ser seguro e bené­fico para adul­tos saudáveis. A ingestão diária depen­derá de uma série de fac­tores, incluindo a história da saúde, sexo e nível de activi­dade da pessoa.


Nutrição

Famosos por seus altos níveis de pro­teína e cál­cio, os ovos con­têm uma série de vit­a­m­i­nas e min­erais impor­tantes. Um único ovo cozido grande tem ape­nas 78 calo­rias, mas ofer­ece 6,29 g de pro­teína, 25 mg de cál­cio, 0,59 mg de ferro e 112,7 mcg de col­ina. O ovo con­tém 22 mcg de ácido fólico, 260 UI de vit­a­m­ina A, 44 UI de vit­a­m­ina D e 176 mcg de luteína e de zeax­an­tina, bem como peque­nas quan­ti­dades de muitas das vit­a­m­i­nas do com­plexo B.
Coles­…

ALOE VERA : A MARAVILHA PROIBIDA

Aloe Vera: A Maravilha ProibidaAloe Vera é geralmente chamada de a planta milagrosa, a cura natural, dentre outros nomes que sobreviveram por 4.000 anos dentro dos quais essa planta tem beneficiado a humanidade. George Ebers em 1862 foi o primeiro a descobrir o uso da Aloe na antiguidade em um antigo manuscrito egípcio datado de 3500 AC, o qual foi de fato uma coleção sobre ervas medicinais. Outros pesquisadores desde então descobriram que a planta era usada também pelos chineses e indianos antigos. Médicos gregos e romanos como Dioscorides e Plínio usavam Aloe obtendo maravilhosos efeitos e legendárias sugestões que persuadiram Alexandre O Grande a capturar a ilha de Socotra no Oceano Índico com o intuito de obter sua rica plantação de Aloe para curar seus soldados feridos nas guerras. As rainhas egípcias Nefertiti e Cleópatra taxaram grandiosamente a Aloe como sendo o melhor tratamento de beleza. Naqueles tempos beleza e saúde estavam intimamente ligadas, muito mais que estão atualme…

O QUE SÃO BIOFLAVONÓIDES ?

São pigmentos vegetais hidrossolúveis, que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas etc.      Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protetora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subseqüentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência – razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C – …