Pular para o conteúdo principal

AGRICULTURA ORGÂNICA X AGRICULTURA TRADICIONAL

Agricultura Orgânica X Agricultura Convencional A agricultura convencional ou "moderna", onde predomina a utilização intensiva e exagerada da mecanização, dos agrotóxicos e adubos químicos solúveis, associados ao monocultivo e à erosão do solo, tem conduzido a maioria dos solos a um processo de degradação, aumentando a compactação e reduzindo a vida do solo, e o que é pior, contaminando o meio ambiente e, colocando em risco a saúde do homem e das futuras gerações. Por outro lado, na agricultura orgânica solo deve ser tratado como um "organismo vivo", pois na natureza tudo está ligado entre si como os órgãos de um corpo. O solo faz parte do meio ambiente e está ligado a todos os seus outros componentes (água, plantas, animais e o homem). Tudo que acontece com o solo tem algum reflexo positivo ou negativo, no ambiente do qual faz parte. Em apenas uma grama de solo vivem, pelo menos, alguns milhões de seres vivos que dependem de como é tratado o solo e, que sofrem com as agressões do homem. O revolvimento do solo não combina com agricultura orgânica: em regiões de clima tropical e subtropical, predominantes no Brasil, o trator equipado com arado, grade, escarificador e, principalmente a enxada rotativa, contribuem para desagregar e compactar cada vez mais o solo, causando rápida decomposição da matéria orgânica em quantidades maiores do que a reposição e, em conseqüência, diminuindo a produtividade. Além disso, as chuvas intensas e freqüentes, cada vez mais comum, associada aos declives dos terrenos, causam grande perdas de solo (erosão) assoreando os rios e, contribuindo para as enchentes. O manejo inadequado do solo torna as lavouras cada vez mais exigentes em insumos e, em geral menos produtivas e, o que é pior, com alto custo de produção, pois a maioria dos agroquímicos são importados. Em outras palavras, o revolvimento do solo não combina com o uso sustentável da terra em nosso país; somente se justifica em algumas situações específicas para algumas culturas mais exigentes no preparo do solo e, principalmente, quando houver a necessidade de corrigir a acidez e a fertilidade do solo e, especialmente, em países onde o solo permanece coberto por neve em longos períodos do ano. O que é manejo agroecológico do solo? é a forma de cultivar e tratar corretamente o solo como um "organismo vivo", ou seja, priorizando a manutenção de cobertura vegetal, a adubação orgânica e o revolvimento mínimo do solo, entre outras práticas. O manejo adequado do solo proporciona o aumento da resistência das culturas às pragas, doenças e adversidades climáticas (estiagens e chuvas intensas). Por outro lado, o revolvimento exagerado do solo, associado à utilização indiscriminada de agroquímicos, tem provocado, cada vez mais, o surgimento de doenças e pragas e, o que é pior, a contaminação de alimentos, solo e água, bem como a intoxicação de animais e agricultores. Como é feito o plantio das hortaliças sem revolver o solo? recomenda-se o plantio direto ou cultivo mínimo, utilizando cobertura vegetal no solo tais como adubos verdes, palhadas e, até as plantas espontâneas ("mato"); a principal vantagem é o fato do solo estar sempre pronto para o plantio, mesmo em períodos chuvosos. Neste sistema, basta fazer uma roçada com foice ou roçadeira manual (áreas menores) ou trator com roçadeira (áreas maiores); após deve-se abrir as covas ou sulcos, mantendo a linha de plantio no limpo e roçando, sempre que necessário, nas entrelinhas. Muitos acreditam que o plantio direto está vinculado ao uso de herbicidas, o que não é verdade. Recomenda-se o cultivo mínimo das hortaliças no final do inverno e primavera sobre coberturas de adubos verdes de inverno (ex.: aveia, ervilhaca,nabo forrageiro), semeados isoladamente ou em consórcio ou ainda sobre adubos verdes de verão (ex.: mucuna) e até sobre plantas espontâneas. O plantio direto sobre áreas com cobertura morta (palhada de milho, arroz, aveia, feijão ou capins), disponível na propriedade, é outra opção. Que hortaliças podem ser cultivadas sem revolver o solo? as hortaliças que utilizam espaçamentos maiores, o suficiente para permitir capinas nas linhas de plantio, bem como roçadas nas entrelinhas. Resultados de pesquisa comprovam que o tomate, milho-verde, aipim, batata-doce, cebola, alho, repolho, couve, couve-flor, brócolis, feijão-vagem, abóbora, abobrinha, moranga, melancia e pepino, podem serem cultivados, sem revolvimento do solo. Fonte: <a href=


Agricultura Orgânica X Agricultura Convencional
 
A agricultura convencional ou "moderna", onde predomina a utilização intensiva e exagerada da mecanização, dos agrotóxicos e adubos químicos solúveis, associados ao monocultivo e à erosão do solo, tem conduzido a maioria dos solos a um processo de degradação, aumentando a compactação e reduzindo a vida do solo, e o que é pior, contaminando o meio ambiente e, colocando em risco a saúde do homem e das futuras gerações. Por outro lado, na agricultura orgânica solo deve ser tratado como um "organismo vivo", pois na natureza tudo está ligado entre si como os órgãos de um corpo. O solo faz parte do meio ambiente e está ligado a todos os seus outros componentes (água, plantas, animais e o homem). Tudo que acontece com o solo tem algum reflexo positivo ou negativo, no ambiente do qual faz parte.

Em apenas uma grama de solo vivem, pelo menos, alguns milhões de seres vivos que dependem de como é tratado o solo e, que sofrem com as agressões do homem.

O revolvimento do solo não combina com agricultura orgânica: em regiões de clima tropical e subtropical, predominantes no Brasil, o trator equipado com arado, grade, escarificador e, principalmente a enxada rotativa, contribuem para desagregar e compactar cada vez mais o solo, causando rápida decomposição da matéria orgânica em quantidades maiores do que a reposição e, em conseqüência, diminuindo a produtividade. Além disso, as chuvas intensas e freqüentes, cada vez mais comum, associada aos declives dos terrenos, causam grande perdas de solo (erosão) assoreando os rios e, contribuindo para as enchentes.

O manejo inadequado do solo torna as lavouras cada vez mais exigentes em insumos e, em geral menos produtivas e, o que é pior, com alto custo de produção, pois a maioria dos agroquímicos são importados. Em outras palavras, o revolvimento do solo não combina com o uso sustentável da terra em nosso país; somente se justifica em algumas situações específicas para algumas culturas mais exigentes no preparo do solo e, principalmente, quando houver a necessidade de corrigir a acidez e a fertilidade do solo e, especialmente, em países onde o solo permanece coberto por neve em longos períodos do ano.

O que é manejo agroecológico do solo? é a forma de cultivar e tratar corretamente o solo como um "organismo vivo", ou seja, priorizando a manutenção de cobertura vegetal, a adubação orgânica e o revolvimento mínimo do solo, entre outras práticas. O manejo adequado do solo proporciona o aumento da resistência das culturas às pragas, doenças e adversidades climáticas (estiagens e chuvas intensas). Por outro lado, o revolvimento exagerado do solo, associado à utilização indiscriminada de agroquímicos, tem provocado, cada vez mais, o surgimento de doenças e pragas e, o que é pior, a contaminação de alimentos, solo e água, bem como a intoxicação de animais e agricultores.

Como é feito o plantio das hortaliças sem revolver o solo? recomenda-se o plantio direto ou cultivo mínimo, utilizando cobertura vegetal no solo tais como adubos verdes, palhadas e, até as plantas espontâneas ("mato"); a principal vantagem é o fato do solo estar sempre pronto para o plantio, mesmo em períodos chuvosos. Neste sistema, basta fazer uma roçada com foice ou roçadeira manual (áreas menores) ou trator com roçadeira (áreas maiores); após deve-se abrir as covas ou sulcos, mantendo a linha de plantio no limpo e roçando, sempre que necessário, nas entrelinhas. Muitos acreditam que o plantio direto está vinculado ao uso de herbicidas, o que não é verdade. Recomenda-se o cultivo mínimo das hortaliças no final do inverno e primavera sobre coberturas de adubos verdes de inverno (ex.: aveia, ervilhaca,nabo forrageiro), semeados isoladamente ou em consórcio ou ainda sobre adubos verdes de verão (ex.: mucuna) e até sobre plantas espontâneas. O plantio direto sobre áreas com cobertura morta (palhada de milho, arroz, aveia, feijão ou capins), disponível na propriedade, é outra opção.

Que hortaliças podem ser cultivadas sem revolver o solo? as hortaliças que utilizam espaçamentos maiores, o suficiente para permitir capinas nas linhas de plantio, bem como roçadas nas entrelinhas. Resultados de pesquisa comprovam que o tomate, milho-verde, aipim, batata-doce, cebola, alho, repolho, couve, couve-flor, brócolis, feijão-vagem, abóbora, abobrinha, moranga, melancia e pepino, podem serem cultivados, sem revolvimento do solo.

Fonte:
www.cultivehortaorganica

Postagens mais visitadas deste blog

OVOS - QUANTOS POSSO COMER POR DIA ?

Ovos — Quantos Posso Comer por Dia?

Os ovos são uma fonte ampla­mente disponível, barata e ver­sátil em ter­mos de pro­teí­nas, cál­cio e vit­a­m­i­nas. Eles tam­bém são fre­qüen­te­mente asso­ci­a­dos a efeitos adver­sos como prob­le­mas de coles­terol e dia­betes. No entanto, a pesquisa atual mostra que o con­sumo mod­er­ado de ovos pode ser seguro e bené­fico para adul­tos saudáveis. A ingestão diária depen­derá de uma série de fac­tores, incluindo a história da saúde, sexo e nível de activi­dade da pessoa.


Nutrição

Famosos por seus altos níveis de pro­teína e cál­cio, os ovos con­têm uma série de vit­a­m­i­nas e min­erais impor­tantes. Um único ovo cozido grande tem ape­nas 78 calo­rias, mas ofer­ece 6,29 g de pro­teína, 25 mg de cál­cio, 0,59 mg de ferro e 112,7 mcg de col­ina. O ovo con­tém 22 mcg de ácido fólico, 260 UI de vit­a­m­ina A, 44 UI de vit­a­m­ina D e 176 mcg de luteína e de zeax­an­tina, bem como peque­nas quan­ti­dades de muitas das vit­a­m­i­nas do com­plexo B.
Coles­…

ALOE VERA : A MARAVILHA PROIBIDA

Aloe Vera: A Maravilha ProibidaAloe Vera é geralmente chamada de a planta milagrosa, a cura natural, dentre outros nomes que sobreviveram por 4.000 anos dentro dos quais essa planta tem beneficiado a humanidade. George Ebers em 1862 foi o primeiro a descobrir o uso da Aloe na antiguidade em um antigo manuscrito egípcio datado de 3500 AC, o qual foi de fato uma coleção sobre ervas medicinais. Outros pesquisadores desde então descobriram que a planta era usada também pelos chineses e indianos antigos. Médicos gregos e romanos como Dioscorides e Plínio usavam Aloe obtendo maravilhosos efeitos e legendárias sugestões que persuadiram Alexandre O Grande a capturar a ilha de Socotra no Oceano Índico com o intuito de obter sua rica plantação de Aloe para curar seus soldados feridos nas guerras. As rainhas egípcias Nefertiti e Cleópatra taxaram grandiosamente a Aloe como sendo o melhor tratamento de beleza. Naqueles tempos beleza e saúde estavam intimamente ligadas, muito mais que estão atualme…

O QUE SÃO BIOFLAVONÓIDES ?

São pigmentos vegetais hidrossolúveis, que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas etc.      Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protetora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subseqüentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência – razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C – …