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É DIFÍCIL SER VEGETARIANO ! A FAMÍLIA VEGETARIANA - ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA E VEGANA PARA CRIANÇAS

É difícil ser vegetariano!

É difícil ser vegetariano!

Por Patrícia Cerqueira
@Comida Boa Muda Tudo*

Pesquisa mostra que 84% das pessoas que optam por esse estilo de alimentação voltam a comer depois de um ano

Nunca foi tão fácil ser vegetariano. Há uma farta oferta de receitas, livros, comidas processadas e restaurantes para esse público.

As festas aqui em casa já incluem comidinhas sem carne para amigos e familiares vegetarianos.
Optar por esse estilo de alimentação não é encarado mais como uma aberração, nem é feito mais descaso e chacota como há 5 anos. Mas, mesmo assim, muita gente abandona a alimentação livre de carnes.
Segundo um estudo financiado pelo grupo de defesa dos animais Humane Research Council, nos Estados Unidos, 84% dos americanos que optaram pelo vegetarismo voltaram a comer carne. Metade desses sucumbiram ainda no primeiro ano que decidiram ficar sem carne.
Alguns dados da pesquisa:
  • Mais da metade dos ex-vegetarianos/veganos desistiu no seu primeiro ano;
  • 30% voltou para a carne em três meses;
  • A idade média das pessoas que decidiu desistir da carne foi de 34;
  • Cerca de um terço dos ex-vegetarianos e veganos disse que estava vivendo com um não-vegetariano/vegano quando voltou a comer carne novamente.

Então, por que tantas pessoas sucumbem?
De acordo com a nova pesquisa, "a maioria das pessoas diz não ter recebido apoio social ou fazer atividades em grupo com temas vegetarianos e que acabaram excluídas de grupo de amigos, o que as chateou bastante".
Outras razões para desistir apontadas pelos pesquisados foram "desejo de comer proteína animal e dificuldade de preparar pratos frios e de comida crua".
O levantamento pesquisou os hábitos de comer carne de 11.399 americanos com mais de 17 anos. Outras descobertas do estudo:
  • 29% responderam que tiveram problemas de saúde;
  • 43% dos ex-vegetarianos/veganos afirmaram que é muito difícil ser "puro" com a sua dieta, encontraram muita dificuldade em comer fora de casa e sentiram falta de apoio.

A boa notícia é que muitos dos pesquisados disseram ter encontrado um meio-termo, escolhendo ser vegetarianos às vezes e que gostariam ou poderiam voltar a abolir as carnes do prato novamente.
E você, já foi vegetariana e abandonou a opção? Pode compartilhar com a gente a sua história?
Um beijo,
Patricia
(Foto: Getty Images)

Patrícia é jornalista, atuou principalmente em saúde e educação, em veículos como Crescer, Marie Claire, Folha de S.Paulo e Época. Escreve sobre alimentação infantil e da família desde 2009, quando montou o blog Comer para Crescer. Mantém um diário virtual, o Comida Boa Muda Tudo, onde escreve suas reflexões e descobertas a respeito da culinária e do comportamento do ser humano à mesa, durante as refeições. Mãe do Samuel, 14 anos, e do Miguel, 10 anos.

É difícil ser vegetariano!

Fonte:http://disneybabble.uol.com.br/br/

Segredos para se manter vegetariano

Segredos para se manter vegetariano

Por Patrícia Cerqueira
@Comida Boa Muda Tudo

Livro de receitas de hambúrgueres vegetarianos conquista até os amantes da picanha

Recente pesquisa sobre hábitos alimentares nos EUA mostrou que 84% das pessoas que optam por ser vegetarino abandonam a opção, entre outras razões, por estar casada, morando junto com um parceiro ou parceira que comem proteína animal, por se sentem desprestigiadas, por falta de apoio...

Pois bem! Para se manter vegetariano/vegano, há uma série de livros sobre o tema com receitas muito gostosas e que pessoas como eu, que comem carne sempre e detestam ingredientes bizarros, curtem.
Eu tenho dois que valorizo muito.
Um deles é a Cozinha Vegetariana da Astrid Pfeiffer (Editora Alaúde), premiado com Gourmand World Cookbooks Awards, prêmio da literatura internacional de gastronomia.
Gosto principalmente das receitas de sopas, que são deliciosas. Foi nele que aprendi a fazer um homus bem fácil e muito gostoso.
Tem várias receitas, um pouco de tudo: entradas, saladas, pratos principais, sobremesas e chás.
Outro livro que descobri delicioso e surpreendente é o Veggie Burgers Para Todo Mundo (Editora Alaúde). Tem receitas de hambúrgueres bem diferentes, como o delicioso de espinafre e grão-de-bico. 
As receitas não são complicadas. Muito pelo contrário, o autor tomou o cuidado de ser bem detalhista, explicar alguns "pulos de gato" das receitas. Além disso, o livro traz receita de pães de hambúrgueres (hummmm), de saladas, de acompanhamentos, de picles, de molhos. Um livro dos sonhos, dos sonhos deliciosos!
Vale a pena dar uma olhada e apresentar para os filhos e os amigos. E mostrar que vegetariano não é sinônimo de ser esquisito e comer apenas folhas verdes. Vegetariano também come hambúrguer.
Beijos,
Patricia
(Fotos: Getty Images e Arquivo pessoal)

Família vegetariana

Por Andrea Alves

Família vegetariana

Será que adultos e crianças estão nutricionalmente seguros nesta dieta?

Nós, a seguidoras convictas ou intencionais de um estilo de vida mais saudável, estamos sempre querendo saber a melhor forma de nutrir a nossa família. Conciliar todas as informações e desejos com as possibilidades reais exige uma boa dose de preparação e até de disciplina.

Mas o fato é que muita gente não se adapta mais a uma dieta onívora (que inclui carnes) ou não concorda, por ideologia, com o sistema de criação e cadeia de consumo de fontes animais. Por isso, o vegetarianismo cresce todos os anos, segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira. 
Segundo pesquisas realizadas no Estados Unidos, uma dieta vegetariana bem planejada não só atende as necessidades nutricionais como traz vários benefícios na prevenção e tratamento de doenças crônicas. Esta transição entre os tipos de alimentação pode ser feita de maneira gradual e, preferencialmente, com acompanhamento profissional. 
Em termos práticos, vegetariano é o indivíduo que exclue da dieta todos os tipo de carnes, aves, peixes e derivados. Ovolactovegetarianos são aqueles que, ao grupo dos vegetais, incluem o consumo de ovos, leites e derivados. Lactovegetarianos incluem apenas os leites e derivados, excluindo ovos. Veganos (ou vegetarianos estritos), além de não comerem ovos, leites e derivados, não consomem nenhum produto que tenha origem animal. 
Mas como substituir os nutrientes? 
Muitas vezes desconhecemos todo o potencial nutritivo de um vegetal, por isso, nos concentramos no consumo de carne para obtermos proteínas, ferro e outros nutrientes tão abudantes nas fontes animais. Os alimentos fermentados de soja, como tofu e missô, são ótimas fontes proteicas. Além deles, a quinoa, amaranto, chia, leguminosas (feijões, grão de bico) e cereais integrais. Para o ferro, as principais fontes vegetais estão naqueles de coloração verde-escuro, na chia e no feijão. 
A vitamina B12, que está amplamente disponível em leite, derivados e ovos, é o único nutriente que não pode ser encontrado no reino vegetal, e os veganos devem fazer suplementação. Todas as outras vitaminas e minerais, inclusive do complexo B, podem ser encontradas nos vegetais, que também incluem os cogumelos e algas marinhas.
Quanto as algas, uma em específico ficou bastante conhecida de alguns anos para cá, a Spirulina. É muito rica em proteínas, ferro e vitaminas do complexo B. É vendida em pó, que adicionamos ao suco verde, ou consumida em cápsulas veganas, compostas de celulose e não de gelatina.
Crianças também podem ser vegetarianas?
Podem sim! Como crescem muito rápido, a dieta das crianças deve ser bastante calórica, mas sem perder a qualidade dos nutrientes. Um bom prato de arroz integral e feijão deve ser a base na refeição, em detrimento aos vegetais em folhas, que são pouco calórios e rápidamente dão sensação de saciedade. “Crianças precisam de mais calorias que adultos e a base da dieta deve ser feita com cereais, como arroz, milho, quinua e leguminosas [feijões, ervilha, lentilha e grão de bico]”, explica o Dr. Eric Slywitch, especializado em nutrição vegetariana.
Descobrir este universo do vegetarianismo é encantador e surpreendente. Mas se mesmo assim uma dieta vegetariana ainda parece improvável na rotina da família, que tal usar alguns de seus princípios para turbinar ainda mais a saúde de todos em casa?
(Foto: Arquivo pessoal)

Fonte:http://disneybabble.uol.com.br/br/rede-babble/sa%C3%BAde-e-bem-estar/fam%C3%ADlia-vegetariana

Alimentação vegetariana e vegana para crianças

Alimentação vegetariana e vegana para crianças

O que não pode faltar na mesa da família que decide não comer alimentos de origem animal, mas quer garantir que as crianças cresçam fortes e saudáveis

Seja por acreditar que a carne traz prejuízos à saúde ou por solidariedade à questão do sofrimento animal, algumas famílias optam por não incluírem carne e, até mesmo, qualquer produto de origem animal em sua alimentação.

Esta postura costuma ser motivada pelos maus tratos animais que ocorrem nas criações e matadouros e pelo respeito à vida. Mas esse tipo de escolha traz muitas dúvidas sobre como manter a saúde das crianças em dia.
Será que é possível deixar de lado a carne e ainda assim garantir filhos fortes e saudáveis? “O Bruno é absolutamente saudável, nunca adoece, está sempre acima das curvas de crescimento e apresenta resultados ótimos no exame de sangue”, conta Ana Garbulho, mãe de Bruno de 2 anos e meio.
Ana, que está grávida de 20 semanas, é ovolactovegetariana (não come carne, mas inclui o ovo, o leite e seus derivados na alimentação) há 12 anos e recebe a orientação de uma nutricionista especializada para garantir o equilíbrio de sua dieta.
O estilo de vida também é passado para o filho Bruno, que só foi experimentar leite de vaca após completar dois anos (antes apenas tomava leite materno) e tem seu cardápio enriquecido com receitas como banana amassada e arroz integral fortalecidos com cereais, além de comer muitas castanhas, frutas secas e vegetais verde-escuros.

O que não pode faltar

Os produtos de origem animal são grandes fontes de ferro, cálcio, proteínas, vitamina B12 e zinco, que devem ser consumidos, então, através de outros alimentos pelas famílias vegetarianas.  
“Na mesa de famílias veganas ou vegetarianas, o suco verde e o leite vegetal são essenciais, além de alimentos frescos, integrais e orgânicos, como os diversos tipos de cereais, as leguminosas, as oleaginosas e as gorduras saudáveis”, explica Bianca Giafferis Valim, educadora alimentar e nutricionista da Nutrindo a Vida - Nutrição Consciente, que não come carne nem toma leite e derivados, mas optou por comer ovos.
Em alguns casos, principalmente quando a pessoa não tem uma alimentação equilibrada é necessário recorrer à suplementação de alguns micronutrientes, como a vitamina B12.
O acompanhamento pediátrico acontece da mesma forma que uma criança que come alimentos de origem animal. “É fundamental encontrar um profissional que respeite a escolha da família e sinta-se seguro com esta opção, compreendendo a individualidade da criança”, reforça Bianca.

Mas criança não precisa de leite?

Os bebês precisam do leite materno, que deve ser dado de forma exclusiva até os 6 meses e complementar até os 2 anos ou mais, de acordo com o Ministério da Saúde. Depois disso, eles podem continuar a receber cálcio de outros alimentos, como os vegetais de cor verde-escura, por exemplo.
“Muita atenção deve ser dada no primeiro ano de vida da criança para evitar a deficiência de ferro e cálcio, que leva a quadros de anemia e déficit de crescimento”, alerta a nutricionista Débora Rosa, da Nutriterapia – Assessoria Nutricional Materno Infantil.
Ela frisa a importância de a família procurar acompanhamento de um profissional em nutrição para avaliar a ingestão dos alimentos e recomendar suplementação nutricional, quando necessário. Por isso, se a alimentação estiver rica e variada, as famílias veganas não precisam se preocupar com ausência do leite de vaca.
A saber, uma ótima substituição para o leite de vaca são as versões feitos de vegetais, produzidas a partir de arroz, aveia, amêndoas, castanhas, quinua, gergelim, entre outros cereais e sementes. Esses leites são fontes de fibras, proteínas, carboidratos e vitaminas.

Na hora de ir para a escola

Quando o bebê precisa ficar na escola em tempo integral e a comida é oferecida pela instituição, é necessário negociar uma opção de cardápio diferente com o local de ensino. “Basta informar à escola sobre quais restrições a criança tem e quais as quantidades ideais de cada alimento”, tranquiliza Débora.
No caso de crianças que recebem o lanche diretamente da escola, também é possível fazer esse pedido ou solicitar o cardápio com antecipação para que você possa mandar uma substituição no dia em que houver alimentos que a criança não consuma.
Com o tempo é possível que a criança sinta vontade de provar produtos de origem animal e o ideal é não proibir. Deixe que ela experimente e continue a explicar a ela porque a família escolheu o vegetarianismo. Logo, ela poderá fazer suas próprias escolhas de forma consciente. 

Alimentação vegetariana nota 10

“O que jamais falta em minha mesa são os feijões, pois 7 colheres (sopa) de feijão são o suficiente para suprir as quantidades de ferro diárias recomendadas pelo Ministério da Saúde”, conta Mariana Fernandes Torres.
Ela, que está grávida de 32 semanas de Amelie, é vegana (não se alimenta de nada que tenha origem animal), não pretende dar leite de vaca para sua filha e faz seu próprio leite de castanhas ou amêndoas em casa.
É importante lembrar que uma alimentação diversificada e equilibrada é fundamental também para quem consome carnes. Por isso, vale anotar algumas alternativas de alimentos onde é possível encontrar os nutrientes essenciais:
  • Fontes de ferro: feijões (principalmente o azuki e o preto), lentilha, amêndoas, castanha de caju e castanha-do-pará, amaranto, quinoa, cereais integrais, melado de cana, folhas verde-escuras, oleaginosas, frutas secas e sementes de girassol, de linhaça e de chia.
  • Fontes de cálcio: tofu, grão-de-bico, brócolis, couve-flor, lentilha, feijões, nabo, agrião, couve, escarola, couve, repolho, mostarda, couve-de-bruxelas, gergelim e tahine.
  • Fontes de proteína: você deve combinar o grupo dos grãos (arroz, milho, aveia, trigo) com o grupo das leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha) para ter a quantidade ideal de proteína. Oleaginosas, como nozes e amendoim, e frutas como abacate são ótimos exemplos de alimentos ricos em proteínas.

Além disso, é importante saber:
  • O ferro é melhor absorvido por nosso organismo na presença de vitamina C. Por isso, inclua frutas cítricas, como a laranja, o abacaxi, a acerola e o maracujá nas refeições das crianças.
  • Já na presença de muito cálcio, a absorção de ferro fica prejudicada. Sendo assim, evite tofu com feijão.
  • 120 g de tofu têm a mesma quantidade de cálcio que 1 copo de leite de vaca.
  • O óleo de linhaça pode ser usado na preparação dos pratos e é rico em ômega-3.
  • Cereais matinais costumam ser fortalecidos com vitamina B12.

Receitas para turbinar a mesa
Para quem ficou empolgada, as nutricionistas ensinam duas receitas incríveis, que os pequenos vão adorar: Escondidinho de grão-de-bico e Nhoque de inhame.
(Foto: Getty Images)

Escondidinho de grão-de-bico é proteína na mesa

Escondidinho de grão-de-bico é proteína na mesa

Incremente o cardápio da sua família com alimentos ricos em nutrientes que suprem a ausência da carne na alimentação

Escolher não consumir carne ou qualquer produto de origem animal está longe de ser um problema.

Com uma dieta equilibrada e rica em vegetais, cereais, leguminosas e oleaginosas, a família toda pode manter a saúde em dia e a consciência tranquila.
A nutricionista Débora Rosa, da Nutriterapia – Assessoria Nutricional Materno Infantil, ensina uma deliciosa receita rica em proteínas.
(Foto: Getty Images)

Ingredientes

Ingredients Group 1 Name: 
Purê:
Ingredients Group 1 List: 
Mandioquinha: 8 unidades médias
Óleo de coco ou gergelim: 3 colheres (sopa)
Creme de soja: 2 colheres (sopa)
Sal: a gosto
Pimenta preta: a gosto
Tofu seco defumado: para gratinar
Ingredients Group 2 Name: 
Recheio:
Ingredients Group 2 List: 
Grão-de-bico: 2 xícaras (chá)
Água: 1 litro
Óleo de gergelim
Azeite
Sal: a gosto
Pimenta: a gosto
Coentro: ou outra erva fresca de sua preferência
Step to step: 
Modo de preparo
1
Purê:
Cozinhe as mandioquinhas e, na sequência, amasse-as bem.
2
Em uma panela, junte o purê e o óleo.
3
Misture bem e depois acrescente o creme de soja. Ajuste os temperos e reserve.
4
Recheio:
Cozinhe o grão-de-bico em uma panela de pressão por 30 minutos. Drene o líquido que sobrar, mas não todo.
5
Refogue alho e cebola em uma panela, acrescente o grão-de-bico cozido, ajuste os temperos e, por último, o coentro picadinho.
6
Forre a forma com o grão-de-bico refogado e cubra com o purê de mandioquinha.
7
Acrescente o tofu defumado ralado sobre o escondidinho e leve ao forno para gratinar.

Nhoque de inhame, deliciosamente saudável

Nhoque de inhame, deliciosamente saudável

Aprenda a fazer esta surpreendente e altamente nutritiva versão da massa, que é perfeita para quem busca uma receita vegetariana

Quem disse que para ser saudável você não pode comer gostosuras? Os alimentos do bem podem, sim, render receitas deliciosas e que fazem muito bem à saúde. Neste sentido aparece o inhame, primo rico da batata, cheio de carboidratos complexos, fibras e vitaminas.

A educadora alimentar e nutricionista da Nutrindo a Vida - Nutrição Consciente, Bianca Giafferis Valim, ensina uma receita de nhoque de inhame sem glúten e sem produtos de origem animal, perfeita para os adeptos do vegeterianismo. 
(Foto: Getty Images)

Ingredientes

Ingredients Group 1 Name: 
Você vai precisar de:
Ingredients Group 1 List: 
Inhame: 4 unidades médias cozidas
Farinha de arroz integral: ou farinha de mandioca fina (sem torrar)
Molho de tomate orgânico: 1 xícara (chá)
Sal marinho: a gosto
Step to step: 
Modo de preparo
1
Cozinhe e, então, amasse bem os inhames até obter a consistência de purê. Você pode usar um espremedor de batatas para a tarefa, se preferir.
2
Tempere o purê com sal e vá adicionando a farinha escolhida, aos poucos, misturando com as mãos, até o ponto em que a massa não grude nos dedos.
3
Faça rolinhos com a massa e corte os nhoques com uma faca.
4
Numa panela com água fervendo, coloque os nhoques, e retire-os assim que subirem para a superfície. Vá colocando os nhoques prontos num escorredor de macarrão para drenar toda a água.
5
Quando os nhoques estiverem prontos, coloque-os numa travessa, cubra com o molho de tomate já temperado e apurado por alguns minutos no fogo.
6
Leve ao forno apenas para aquecer o nhoque com molho. 

Fonte:http://disneybabble-br.disneyinternational.com/br/

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