Pular para o conteúdo principal

ALTERNATIVAS NATURAIS PARA DIMINUIR A LIPOPROTEÍNA 'A'

Resultado de imagem para como baixar a lipoproteina a
Comer peixe que tenha bastante ácidos graxos ômega-3 pode diminuir os níveis de lipoproteína (a)
Resultado de imagem para Comer peixe que tenha bastante ácidos graxos ômega-3 pode diminuir os níveis de lipoproteína (a)

O QUE É A LIPOPROTEÍNA 'A'

A lipoproteína (a) [Lp(a)] consiste numa partícula semelhante à LDL e a apolipoproteína específica (a) [apo(a)], que é covalente ligada à apoB da partícula semelhante à LDL. As concentrações plasmáticas de Lp(a) são altamente hereditárias e controladas principalmente pelo gene da apolipoproteína (a) [LPA] localizado no cromossoma 6q26-27. As proteínas apo(a) variam em tamanho devido a um polimorfismo de tamanho [KIV-2 VNTR], que é causado por um número variável de repetições kringle IV no gene LPA. Esta variação de tamanho ao nível do gene é também expressa ao nível da proteína, resultando em proteínas apo(a) com 10 a > 50 repetições kringle IV (cada variável do kringle IV consiste em 114 aminoácidos). Estes tamanhos variáveis ​​das apo(a) são conhecidos como "isoformas apo (a)". Existe uma correlação geral inversa entre o tamanho da isoforma apo(a) e a concentração plasmática de Lp(a). Uma teoria para a correlação do tamanho/níveis no plasma envolve diferentes taxas de síntese de proteínas. Parece haver uma relação entre o número de repetições kringle e o tempo de processamento do precursor da proteína apo(a). Isto é, quanto maior for a isoforma, mais apo(a) precursora se acumula intracelularmente no retículo endoplasmático. A lipoproteína (a) não é totalmente sintetizada até que a proteína precursora seja libertada a partir da célula, de modo que a taxa mais lenta de produção para as isoformas maiores limita a concentração de plasma.
A apo(a) é expressa pelas células do fígado (hepatócitos), e o conjunto da apo(a) e das partículas de LDL parece ocorrer na superfície do hepatócito exterior. O tempo de semi-vida da Lp(a) na circulação é cerca de 3 a 4 dias.

Função

A função fisiológica da Lp(a)/apo(a) ainda é desconhecida. Parece plausível afirmar que esta desempenha uma função dentro do sistema de coagulação tendo em conta a elevada homologa no aspecto entre a apo(a) e o plasminogénio. De facto, o gene LPA deriva de uma duplicação do gene de plasminogénio. Outras funções têm vindo a ser relacionadas com o recrutamento de células inflamatórias através da interacção com a integrina Mac-1, nomeadamente, a angiogénese e a cicatrização de feridas.
No entanto, os indivíduos sem Lp(a) ou com muito baixos níveis de Lp(a) parecem ser saudável. Deste modo, Lp(a) no plasma não é essencial, pelo menos sob condições ambientais normais. Uma vez que a apo(a)/Lp (a) derivou recentemente na evolução dos mamíferos - apenas os macacos do Velho Mundo e os seres humanos apresentam Lp (a) no seu plasma - a sua função não pode ser vital mas apenas evolutivamente vantajosa em certas condições ambientais, por exemplo, em caso de exposição a certas doenças infecciosas.
Outra possibilidade, sugerida por Linus Pauling, é que a Lp(a) é uma adaptação primata à deficiência de L-gulonolactona oxidase (GULO), encontrando-se apenas em certas linhas de mamíferos. GULO é necessária para converter a glucose em ácido ascórbico (vitamina C), o que é necessário para reparar artérias; após a perda de GULO, esses primatas que adoptaram dietas menos abundantes em vitamina C devem ter usado a Lp(a) como um substituto ao ácido ascórbico para reparar as paredes das artérias.

Patologia

A estrutura da lipoproteína (a) é semelhante à do plasminogénio e do t-PA (ativador do plasminogênio tecidual) e compete com o plasminogénio pelo seu local de ligação, levando a uma redução da fibrinólise. Além disso, como a Lp(a) estimula a secreção de PAI-1, leva a trombogénese. Lp(a) também transporta o colesterol e contribui assim para a aterosclerose. Além do mais, a Lp(a) transporta fosfolípidos oxidados, o que atrai células inflamatórias para as paredes dos vasos, e leva à proliferação de células musculares lisas.

Lipoproteína (a) e a doença

Valores elevados de Lp(a) no sangue é um fator de risco para doença arterial coronarianadoença cerebrovascularaterosclerosetrombose e acidente vascular cerebral. A associação entre os níveis de Lp(a) e acidente vascular cerebral não é tão forte como entre a Lp(a) e a doença cardiovascular. Concentrações de Lp(a) pode ser afetada por doença, (por exemplo Insuficiência renal), mas são apenas ligeiramente afetadas pela dieta, exercício e outros fatores ambientais. Mais comumente drogas redutoras de lípidos prescritos têm pouco ou nenhum efeito sobre a Lp (a) concentração. Resultados usando medicamentos de estatina foram misturados na maioria dos ensaios, embora uma meta-análise publicada em 2012 sugere que a atorvastatina pode ser benéfica. A niacina (ácido nicotínico) e a aspirina são dois medicamentos relativamente seguros, facilmente disponíveis e baratos, conhecidos para reduzir significativamente os níveis de Lp(a); Estes devem ser apenas usados sob a supervisão médica.
Elevados níveis de Lp(a), conjecturam risco de aterosclerose precoce, independentemente de outros factores de risco cardíaco, incluindo LDL. Em pacientes com doença cardiovascular avançada, Lp(a) indica um risco de embolia. Apo(a) contém domínios que são muito semelhantes a plasminogénio (PLG). A Lp(a) ao acumular-se na parede do vaso vai inibir a ligação de PLG à superfície da célula, reduzindo a produção de plasmina, o que faz aumentar a coagulação. Esta inibição de PLG por parte da Lp(a) também promove a proliferação de células musculares lisas. Estas características únicas da Lp(a) sugerem que a Lp(a) provoca a formação de coágulos e de aterosclerose.
Verificou-se numa população homogénea tribal da Tanzânia que indivíduos vegetarianos apresentam níveis mais elevados de Lp(a) do que os indivíduos cuja alimentação se baseia em peixe, o que levanta a possibilidade de que quantidades farmacológicas de suplementos de óleo de peixe podem ser úteis para diminuir os níveis de Lp(a).
Alguns estudos demonstraram também que o consumo regular de quantidades moderadas de álcool leva à diminuição significativa nos níveis plasmáticos de Lp(a) enquanto outros estudos não o evidenciaram.


O que é a Lipoproteína “A”O que é a Lipoproteína “A”
O QUE É A LPOPROTEÍNA 'A'
Recentemente um artigo do Dr. Sergio Vaisman* foi publicado e a Belight considera que todos que utilizam medicamentos para controle de colesterol devem saber sobre a importância da vitamina B3 encontrada na beringela, do Inositol que pode ser encontrado na beterraba, e da vitamina C. Leia e converse com seu medico sobre isso.
Já ouviu falar em Lipoproteína”A”? Provavelmente você não sabe que se trata de uma proteína ligada a uma substância que faz parte da fração LDL (“mau”, entre aspas mesmo)-colesterol. Níveis elevados de Lipoproteína “A” representam forte fator de risco para doenças cardíacas. Isso já foi muito bem estabelecido, mas pouquíssimos médicos requisitam sua dosagem. A resposta mais clara para essa “negligência” é o fato de que essa substância não é muito difundida entre a classe médica e, quando em níveis elevados, a grande causa pode ser as estatinas(e isso não interessa aos laboratórios).
Para se diminuir os níveis de Lipoproteína”A”, não adianta usar nenhum tipo de estatina (Lipitor, Zocor, Pravacol, Crestor, etc.). A condição principal que pode fazer com que se controle seus níveis é mudança de ESTILO DE VIDA que consiste em recomendações alimentares para controle de taxas elevadas de colesterol, atividade física regular, controle do peso e o uso de NIACINAMIDA (vitamina B3),em doses especificas junto às principais refeições. Como essa dose de vitamina B3 pode causar calor e rubor facial, deve ser prescrita adequadamente com outra substancia denominada INOSITOL, que neutraliza esse tipo de efeito colateral (existem vários produtos como esses na praça) além de vitamina C-1.000 miligramas por dia.
As estatinas (Sinvastatina, Pravastatina, Rosuvastatina, Atorvastatina) raramente significam soluções definitivas para os casos de colesterol elevado. Cerca de 95% das pessoas com esse problema conseguem normalizar suas taxas utilizando alimentação adequada e mantendo atividade física. Os indivíduos beneficiados com as estatinas são aqueles que apresentam níveis de colesterol acima de 350 e são, provavelmente, portadores de hipercolesterolemia familiar (uma forma hereditária).
Outras formas de controle dos níveis de colesterol e frações, incluindo as Lipoproteína”A”, compreendem a utilização de ômega-3,conforme a orientação médica, e o uso sistemático de alho às refeições. Da próxima vez que voce for fazer um check-up clínico, não se esqueça de LEMBRAR seu médico de pedir a dosagem dos fatores de risco preditivos de doenças cardiocirculatórias, tais como Apolipoproteínas A e B, Homocisteína, Fibrinogênio, Proteína C Reativa e Lipoproteína”A”. Se você lembrá-lo disso tudo, ele se preocupará mais em lhe prestar contas adequadamente sobre seu estado de saúde e respectivos riscos.
O maior problema se dará quando os grandes laboratórios fabricantes das estatinas descobrirem que os médicos já estão sabendo disso.
*Sérgio Vaisman é médico, especialista em Cardiologia e Nutrologia e se dedica à prática de Medicina Preventiva há vários anos, enfocando o processo do envelhecimento e suas consequências, procurando alcançar as fórmulas mais adequadas para a prevenção dos processos degenerativos que acompanham o fenômeno do envelhecer. Além disso, ressalta a saúde dentro do ambiente tóxico do mundo moderno e como se deve agir para a manutenção de um estilo de vida adequado. É professor de pós-graduação nas áreas de Bioquímica e Biomolecular, autor de várias publicações científicas, palestrante em cursos, congressos, simpósios, empresas e escolas, além de membro de várias associações científicas nacionais e internacionais. Profere aulas em Universidades de Portugal e Itália. Comentarista e consultor de saúde em vários veículos de comunicação. Autor do livro MULHERES E SEUS HORMÔNIOS – Uma Forma de Retardar o Envelhecimento.
Fonte:http://www.belightestarbem.com.br/belight/artigos/o-que-e-a-lipoproteina-a

Voce já ouviu falar em LIPOPROTEÍNA (a)?

Provavelmente voce não sabe que se trata de uma proteína ligada a uma substancia que faz parte da fração LDL("mau")-colesterol.Níveis elevados de lipoproteína(a) representam forte fator de risco para doenças cardíacas.Isso já foi muito bem estabelecido mas pouquíssimos médicos requisitam sua dosagem.A resposta mais clara para essa "negligência" é o fato de que essa substancia não é muito difundida entre a classe médica e,quando em níveis elevados,a grande causa pode ser as estatinas (e isso não interessa aos laboratórios).Para se diminuir os níveis de lipoproteína(a),não adianta usar algum tipo de estatina(Lipitor,Zocor,Pravacol etc.).A condição principal que pode fazer com que se controle seus níveis é mudança de ESTILO DE VIDA que consiste em recomendações alimentares para controle de taxas elevadas de colesterol,atividade física regular,controle do pêso e o uso de NIACINAMIDA (vitamina B3),em dose de 1.000 miligramas junto às principais refeições.Como essa dose de vitamina B3 pode causar calor e rubor facial,deve ser prescrita adequadamente com uma outra substancia denominada INOSITOL,que neutraliza esse tipo de efeito colateral(existem vários produtos como esses na praça) além de vitamina C-1.000 miligramas por dia.
As estatinas raramente significam soluções definitivas para os casos de colesterol elevado.Cerca de 95% das pessoas com esse problema conseguem normalizar suas taxas utilizando alimentação adequada e mantendo atividade física.Os indivíduos beneficiados com as estatinas são aqueles que apresentam níveis de colesterol acima de 350 e são,provavelmente, portadores de hipercolesterolemia familiar (uma forma hereditária).
Outras formas de controle dos níveis de colesterol e frações,incluíndo as lipoproteínas(a), compreendem a utilização de ômega-3,conforme a orientação médica, e o uso sistemático de alho às refeições.
Da próxima vez que voce for fazer um check-up clínico,não se esqueça de LEMBRAR seu médico de pedir a dosagem dos fatores de risco preditivos de doenças cárdio-circulatórias,tais como apolipoproteínas A e B,homocisteína,fibrinogênio,proteína C reativa e LIPOPROTEÍNA(a).Se voce lembrá-lo disso tudo,ele se preocupará mais em lhe prestar contas adequadamente sobre seu estado de saude e respectivos riscos.
O maior problema se dará quando os grandes laboratórios fabricantes das estatinas descobrirem que os médicos já estão sabendo disso. 
Fonte: http://www.sergiovaisman.med.br/mostra_minha2.php?id=27

Alternativas naturais para diminuir a lipoproteína (a)

Escrito por Robert Alley | Traduzido por Mário Candi Tsuge

A lipoproteína (a) é um tipo de lipoproteína de baixa densidade, ou LDL, do colesterol. É a LDL que se liga à proteína apolipoproteína (a). A substância não é normalmente parte de um teste de colesterol. Estudos já demonstraram que a lipoproteína (a) é um fator de risco cardiovascular, com fatores genéticos, que faz com que certos indivíduos tenham níveis elevados. Existem alternativas naturais aos medicamentos de prescrição para reduzir os níveis da lipoproteína (a).

Vitamina C

Os humanos não conseguem produzir vitamina C ou ácido ascórbico. Nós devemos recebê-la de alimentos ou suplementos. A maioria dos outros animais produzem a vitamina C. A lipoproteína (a) está presente na corrente sanguínea dos seres humanos e dos animais que não produzem a vitamina C. Isso leva cientistas a especularem que a falta suficiente dessa vitamina provoca níveis elevados de lipoproteína (a), com a conclusão inversa de que grandes doses de vitamina C podem diminuir os níveis da proteína. Um estudo relatado no "Processos da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América" usando testes em animais dava suporte a essas conclusões. Essas constatações levam às recomendações de que a vitamina C pode diminuir os níveis de lipoproteína (a).

Ácidos graxos do ômega-3

Os ácidos graxos no ômega-3, conhecidos como EPA e DHA, representam os ácidos graxos essenciais, outras substâncias vitais para os seres humanos que o corpo não consegue produzir. Uma boa fonte desse ácido são os peixes de água fria, como salmão, cavala e atum. Estudos já demonstraram que os indivíduos que ingerem o óleo de semente de linho, outra fonte rica em ácidos ômega-3, possuíam níveis mais baixos de LDL e lipoproteína (a). Os suplementos de óleo de peixe fornecem outro meio de obtenção dos ácidos graxos. A dose recomendada é de 800 a 1.000 mg por dia de EPA e DHA.

Lisina e prolina

A lipoproteína (a) é uma substância pegajosa que gruda, ou se prende, nas paredes das artérias. Isso leva ao acúmulo de placa bacteriana e ao estreitamento de artérias, causando ataques cardíacos. A lisina e prolina são aminoácidos que têm a capacidade de se ligarem à lipoproteína (a) e removê-la da corrente sanguínea antes que ela se fixe. As fontes naturais incluem claras de ovos, carne, frango e peixe. Também é possível tomar suplementos com lisina e prolina.

Dieta

Uma dieta que visa a saúde do coração pode diminuir os níveis de lipoproteína (a). Os componentes da dieta incluem uma variedade de frutas e legumes com cores profundas, como espinafre, cenouras, pêssegos e morangos. Coma alimentos integrais, ricos em fibras, como feijão, farinha de aveia, trigo integral e arroz integral. Coma peixe com ácidos graxos omega-3. Evite as gorduras saturadas, sal, colesterol e açúcar. Consuma álcool com moderação, tome cuidado com as calorias e seja fisicamente ativo.

Lipoproteína ( a) - causas, sintomas e tratamento .MF .


lipoproteína (a) - uma substância composta por partes de proteína e lipídios e é a principal forma de transporte de lipídios no corpo.É sintetizado no fígado e na composição de lípido não difere da lipoproteína de baixa densidade, no entanto, que ele contém mais proteínas.
Indicadores
Norma (mg / div) homens

números de 0 a 90 anos
& lt; 30
figuras 
feminina de 0 a 90anos
& lt; 30 gravidez

de 1 a 40 semanas
& lt; 30

Preparando para estudar : Material

para o estudo do soro sanguíneo.O sangue é colhido de uma veia em um tubo de vácuo imediatamente depois de tomar para entregar para o laboratório.

Preparação do paciente - o jejum de 12 horas para eliminar a hormônios, niacina, fenitoína.Referência

valor de teor de lipoproteína (a) [Lp (a)] em soro de sangue - 0-30 mg / dl.

Lp (a) consiste da apo (a) que é inerentemente glikopro-Thein e ligada covalentemente a Apo B100.Lp (a) tem uma semelhança estrutural significativa para plasminogénio.Lp (a) é maior do

LDL, mas comparou-os com maior densidade e mobilidade electroforética tem pré-SS-LP.Por composição lipídica PL (a) é diferente de LDL, mas a proteína de Lp (a) é maior.Lp (a) é sintetizado no fígado.Todos os métodos imunoquímicos modernas para a determinação dos níveis de Lp (a), na verdade, detectar a proteína - a apo (a).
aumento da concentração de Lp (a) níveis - um fator de risco para doença coronariana.De acordo com a literatura, o teor médio de apo (a) no sangue de pacientes com a doença cardíaca coronária é de 12 mg / dL.Em 2/3 pacientes aterosclerose depende da presença de concentrações elevadas de sangue Lp (a).A correlação próxima entre a concentração de Lp (a) no soro e o desenvolvimento da doença da artéria coronária.Estudos epidemiológicos têm demonstrado que pessoas com concentrações normais de colesterol, mas maior teor de OV (a) (acima de 30 mg / dl) sobre o risco de CHD menos 2 vezes maior.O risco aumenta em 8 vezes, se simultaneamente elevados de LDL e Lp (a).O infarto do miocárdio desenvolvido em 4 vezes mais comum em jovens, para que o conteúdo de apo (a) maior que 48 mg / dL.Em pacientes com aterosclerose obliterante conteúdo da apo (a) está também aumentado.concentração
LP (a) no sangue aumenta após a cirurgia, os pacientes com câncer, diabetes mellitus, a fase aguda da febre reumática.
semelhança da estrutura da apo (a) e proteínas de fase aguda nos permite considerá-lo como uma proteína específica da fase aguda em processos de atero-esclerótica destrutivas na parede vascular.Determinação da Lp (a) - processo aterosclerótico teste de avaliação de atividade.Os seus níveis sanguíneos correlacionados com a área de lesões ateromatosas na aorta, o nível de hiperglicemia, o tempo de coagulação do sangue, e os marcadores de falha de função excretora renal.aterosclerose hipertensão é muitas vezes combinado com um aumento nos níveis sanguíneos de Lp (a).concentração
LP (a) no sangue é determinada geneticamente, e, atualmente, não existem medicamentos que reduzem a ele.A este respeito, a única estratégia de tratamento para pacientes com altas concentrações de Lp (a) - a eliminação de todos os outros fatores de risco cardiovascular (tabagismo, sobrepeso, hipertensão, alta concentração de LDL).
actualmente instalados é uma clara correlação entre as concentrações sanguíneas de colesterol total e mortalidade por doenças cardiovasculares.Quando o teor de colesterol no sangue é inferior a 200 mg / dL (5,2 mmol / L), o risco mais baixo de aterosclerose.Se a concentração de colesterol LDL no sangue é inferior a 100 mg / dL (2,59 mmol / L), doenças do coração são muito raros.Aumento dos níveis de LDL-colesterol acima de 100 mg marca / dL no uso de escrever rica em gorduras animais e colesterol.Uma dieta pouco saudável, tabagismo e hipertensão - o efeito sinérgico dos fatores que aumentam o risco de CHD.A combinação desses fatores com quaisquer outros aproximadamente 10 anos acelera o desenvolvimento da aterosclerose coronária grau crítico.Diminuição da concentração de colesterol total no sangue e aumentar o HDL-colesterol, reduz a taxa de progressão da aterosclerose.Baixando concentração sanguínea de colesterol total em 10 resultados% na redução da mortalidade por doenças cardíacas em 20%.O aumento da concentração de colesterol HDL a 1 mg / dL (0,03 mmol / L) reduz o risco de doença coronária por 2-3% nos homens e nas mulheres.Além disso, independentemente do teor total de colesterol no sangue (incluindo superior a 5,2 mmol / L) é armazenada relação inversa entre o teor de HDL-colesterol e a incidência de doença cardíaca.As concentrações de HDL-colesterol (inferior a 1,3 mmol / L) e triglicérides no sangue - um indicador prognóstico independente do risco de morte por doença cardíaca coronária.Por conseguinte, o teor de HDL-colesterol deve ser considerada um preditor mais preciso para a mortalidade por doença coronária do que a concentração total de colesterol.teste
Laboratory - para identificar a patologia
TG + XC -50%
TG + LDL + HDL-colesterol - 57%
TG + LDL + HDL-colesterol + apo-A - 72%
TG + LDL + HDL-colesterol + apo-A + apo-B - 92%
TG + LDL + HDL-colesterol + apo-a, apo +, B + LP (a) - até 100%
seguintes aspectos devem ser considerados na prática clínica.concentrações redução do LDL-colesterol
  • e aumentar a concentração de HDL-colesterol ajuda a reduzir a frequência de aterosclerose.
  • relação
"colesterol total / HDL-colesterol" normalmente é de 3,4 para 75-89 anos ele sobe para 4,7;encontrar a melhor relação de 3,5, e com valores de 5 ou mais risco aumenta CHD significativamente.perfil lipídico
  • está directamente relacionada com a dominância de testosterona em homens e estrogênio em mulheres.concentração
  • PL (a) no soro reflecte a actividade de aterosclerose.
  • nutrição excessiva, obesidade, tabagismo e sedentarismo têm um efeito adverso sobre o perfil lipídico.
  • Correcção de distúrbios lipídicos devem incluir não só uma redução na concentração de colesterol, mas também normalização dos perfis lipídicos adversos.perda
  • peso e exercício, a concentração de HDL no sangue aumenta, e LDL-colesterol e triglicéridos - redução.desenvolvimento
  • de aterosclerose começa mesmo em uma idade jovem, então a sua aparição nas fases posteriores da vida pode ser prevenida por levar uma vida saudável a partir de uma idade jovem.
perfil ideal de colesterol-lipoproteína fornece o próximo nível de desempenho no soro.
  • colesterol total - menos do que 200 mg / dL (5,2 mmol / L).
  • HDL-colesterol - mais do que 50 mg / dL (1,3 mmol / L).
  • níveis de colesterol LDL - menos do que 130 mg / dL (3,4 mmol / L).triglicéridos
  • - pelo menos 250 mg / dL (2,3 mmol / L).níveis
elevados de lipoproteina (a) no sangue está associado a um risco elevado de doença coronária, uma vez que contribui para a progressão da aterosclerose, a formação de placas nos vasos coronários.Além disso, existe sempre um elevado nível de lipoproteína (a) em doentes com aterosclerose obliterante dos membros inferiores, artérias aterosclerose dos vasos cerebrais.Entre outras condições em que o conteúdo desse indicador é aumentada a diabetes mellitus, deve-se notar, alguns tipos de cancro, bem como os primeiros dias após a cirurgia (neste caso, a lipoproteína (a) reage como uma proteína inflamatória de fase aguda).
Reduzir a quantidade de lipoproteína (a) normalmente observada no hipertireoidismo (aumento da síntese de hormônios da tireóide), doença hepática grave, com evidência de insuficiência hepática, a fome prolongada e caquexia (desperdício), síndrome de má absorção (má absorção no intestino devido a várias razões).
Fonte: http://medicalnn.com/pt/pages/1578197




Postagens mais visitadas deste blog

TIPOS DE SAIS USADOS NA CULINÁRIA E SUAS PROPRIEDADES

Tipos de Sais e suas Diferenças
Nós sabemos que o sal é um nutriente obrigatório na dieta de qualquer pessoa, todos precisam de sal para viver, mas é preciso muito cuidado no consumo do sal. O cloreto de sódio é responsável por males perigosos como hipertensão e doenças cardiovasculares. Existem alguns tipos de sal e acredite, muitos podem substituir o sal de mesa refinado, o vilão desta história toda! Saiba das diferenças. Sal refinado ou de mesa: É o mais comum e o mais usado no preparo de alimentos. É dissolvido e recristalizado a temperatura e pressão controladas em instalações industriais. De acordo com as leis brasileiras, o sal de cozinha deve ser acrescido de iodo para se evitar o bócio. Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo. Flor de …

OVOS - QUANTOS POSSO COMER POR DIA ?

Ovos — Quantos Posso Comer por Dia?

Os ovos são uma fonte ampla­mente disponível, barata e ver­sátil em ter­mos de pro­teí­nas, cál­cio e vit­a­m­i­nas. Eles tam­bém são fre­qüen­te­mente asso­ci­a­dos a efeitos adver­sos como prob­le­mas de coles­terol e dia­betes. No entanto, a pesquisa atual mostra que o con­sumo mod­er­ado de ovos pode ser seguro e bené­fico para adul­tos saudáveis. A ingestão diária depen­derá de uma série de fac­tores, incluindo a história da saúde, sexo e nível de activi­dade da pessoa.


Nutrição

Famosos por seus altos níveis de pro­teína e cál­cio, os ovos con­têm uma série de vit­a­m­i­nas e min­erais impor­tantes. Um único ovo cozido grande tem ape­nas 78 calo­rias, mas ofer­ece 6,29 g de pro­teína, 25 mg de cál­cio, 0,59 mg de ferro e 112,7 mcg de col­ina. O ovo con­tém 22 mcg de ácido fólico, 260 UI de vit­a­m­ina A, 44 UI de vit­a­m­ina D e 176 mcg de luteína e de zeax­an­tina, bem como peque­nas quan­ti­dades de muitas das vit­a­m­i­nas do com­plexo B.
Coles­…

O QUE SÃO BIOFLAVONÓIDES ?

São pigmentos vegetais hidrossolúveis, que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas etc.      Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protetora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subseqüentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência – razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C – …