Pular para o conteúdo principal

CURCUMA LONGA,EXTRATO SECO(AÇAFRÃO) : NOVA ALTERNATIVA NATURAL PARA OSTEOARTRITE E COM AÇÃO ANTI-CÂNCERÍGENA

 
Curcuma Longa - a ciência comprova sua ação anticancerígena.
Curcuma longa é uma planta da família das Zingiberaceae com uso tradicional na medicina indiana (antinflamatório). No extrato seco se sobressai o CURCUMIN (diferuloilmetano), um pigmento amarelo-alaranjado muito utilizado na culinária indiana (curry), cujas propriedades medicinais ganharam relevância nos últimos anos e mais recentemente ainda.
O interesse médico pela CURCUMIN tomou proporções surpreendentes a partir de pesquisas na década de 1990 que mostraram seu poder inibitório sobre o câncer, além de sua ação antinflamatória.
De fato, chama atenção a simples consulta à biblioteca virtual MedLine: estão catalogados mais do que 2.000 artigos sobre CURCUMIN até 2009.
Curcumin e Ação Anticancerígena:
  • Yodkeeree & cols apresentaram sua monografia (1) onde constataram que os componentes da Curcuma longa (curcumin) inibem a migração de células cancerígenas (metástase).
  • Anteriormente, Su & cols (13), Aggarwal & cols (15) e Aggarwal & cols (16) já haviam relatado esta capacidade do curcumin de inibir a migração de células cancerígenas por inibição do fator nuclear kB e inibição de proteínas proliferativas Akt e IkBa.
  • Subramaniam & cols (2) verificaram a atividade de derivados do curcumin in vivo usando inoculação de células cancerígenas humanas (cólon) em camundongos e ficaram surpresos com a potente ação inibitória sobre o câncer constatada.
  • Su & cols (6) avaliaram a ação de curcumin em camundongos inoculados com células leucêmicas WHEHI-3 e relataram que o composto inibe essas células cancerígenas.
  • Para Garcea & cols (14), curcumin comprovou ser inibidor do câncer em modelos in vivo(camundongos, ratos) e in vitro. A partir desse retrospecto, os autores resolveram avaliar o curcumin em humanos portadores de câncer colo-retal, administrando 3.600mg; 1.800mg ou 450mg/dia do fitocomposto, durante 7 dias. Biópsias revelaram a localização de curcumin no tecido colo-retal nos tumores. O número de aductos (M1G) cancerígenos foi menor nos pacientes que ingeriram curcumin.
  • Sharma & cols (17) selecionaram 15 pacientes com câncer colo-retal avançado refratários à quimioterapia e administraram curcumin em doses entre 0,45g e 3,6g diariamente, por 4 meses (fase I). Com a dose de 3,6g/dia foi detectado um nível plasmático médio de 10nmol/L de curcumin, ocorrendo uma redução na PGE2 induzível. Os autores recomendaram a dose oral de 3,6g/dia para a fase II do estudo clínico.
  • Cheng & cols (18) avaliaram 25 pacientes com diversos tipos de neoplasia, os quais foram administrados com curcumin durante 3 meses com doses que variaram entre 1.000mg e 12.000mg/dia. Até a dose de 8.000mg/dia não foi relatada toxicidade do tratamento. Os autores concluíram que curcumin não é tóxico para humanos até o limite de 8.000mg/dia e que o composto apresenta efeitos na prevenção do câncer.
  • Inano & cols (20) realizaram um estudo pioneiro em 2.000, comprovando potente ação preventiva do curcumin sobre a carcinogênese em ratos induzidos por radiação. Este estudo foi publicado na conceituada revista médica “Carcinogenesis” - os autores perceberam que o curcumin atua bloqueando a fase de iniciação do câncer.
Nesta revisão incluímos 12 artigos relevantes publicados que mostram atividade cancerígena específica para o curcumin na inibição e regressão do câncer, especialmente do cólon (4,13-14,24), hepático (23), bexiga (8), ovários (10), próstata (22), leucemia (6), pulmonar (15), oral (21) e câncer de mama (15,20). Outros estudos mostram claramente esse potencial (1-5,7,12,16,19,40) e alicerçam nível de evidência científica respeitável. É de se considerar, ainda, o número de publicações com curcumin sobre esse tema – o câncer: aproximadamente 1.000 publicações na MedLine.
Curcumin e Ação Antinflamatória.Doença Inflamatória Intestinal: Deguchi & cols (26) avaliaram a utilidade do curcumin em camundongos com IBD (Inflammatory Bowel Disease). Os autores verificaram bloqueio evidente do fator NFkB nos animais que receberam tratamento com curcumin e diminuição da inflamação – a conclusão é de que o fitocomposto tem utilidade no tratamento da IBD. Holt & cols (31) realizaram um estudo com 5 pacientes com doença de Crohn e 5 com proctite ulcerativa, administrando curcumin por via oral. Os autores relataram remissão dos sintomas em todos os pacientes com proctite e em quatro dos cinco que apresentavam Crohn.
Artrite Reumatóide: Park & cols (27) estudaram os efeitos do curcumin sobre pacientes com artrite reumatóide (AR). Os autores constataram redução na proliferação dos fibroblastos sinuviais (bloqueio da proteína anti-apoptótica Bcl-2 e estimulação de Bax). Os autores concluíram que trata-se de uma nova via terapêutica (curcumin) para o tratamento da AR.
Regulação da COX e LOX: Rao (28) inicia seu artigo relatando o uso extensivo da Curcuma longa através de décadas. De fato, conforme o autor, o componente curcumin provou ser um composto antinflamatório. Curcumin mostrou controlar o metabolismo de eicosanóides (ômega-6) regulando a produção de enzimas no processo inflamatório: ciclooxigenases e lipoxigenases. Às mesmas conclusões chegaram Menon & Sudheer (29).
Curcumin, Neuroproteção e Efeitos sobre o SNC.Depressão: Wang & cols (35) relatam que o curcumin demonstrou efeito antidepressivo em modelos animais (39) submetidos ao estresse (forced swimming test). Propuseram, então, um teste para avaliar a ligação de curcumin nos receptores serotoninérgicos, em modelo animal. Concluíram que o efeito antidepressivo de curcumin se deve à estimulação dos receptores serotoninérgicos.
Neuroproteção: Xu & cols (36) demonstraram in vivo (ratos) a capacidade de curcumin de reverter danos no hipocampo e aumentar níveis de serotonina nos receptores, além do fator neurotrófico cerebral (brain derived neurotrophic factor). Lee & cols (37) confirmaram que o efeito de neuroproteção ocorre pelo bloqueio sobre mediadores inflamatórios (NOSi induzida, TNF-a, IL-1a e IL-6). Outro estudo (38) mostra que curcumin modula o sistema cerebral do óxido nítrico.
Prescrição Médica: Curcumin ................................................................................... 250mg Excipiente qsp ..................................................................... 1 cápsula Posologia: tomar 1 cápsula duas a três vezes ao dia, antes das refeições.

Abraços a todos, amigos e ex-alunos.
Celio Mendes.

Atenção para o artigos bem recentes:
Referências citadas nesta revisão: (os que considerei mais relevantes estão linkados)
1. Curcumin, demethoxy curcumin and bis-demetoxy curcumin differentially inhibit cancer cell invasion through the down regulation of MMPs and uPA. Yodkeeree S & cols – J Nutr Biochem, 2008, May 19.2. Diphenyl difluoroketone: a curcumin derivative with potent in vivo anticancer activity. Subramaniam D & cols – Cancer Res, 2008, 68, (1962:1969).3. Efficacy of Turmeric (Curcuma longa), containing a known level of curcumin, and a hydrated sodium calcium aluminosilicate to ameliorate the adverse effects of aflatoxin in broiler chicks. Gowda NK & cols – Poutl Sci, 2008, 87(6), 1125:1130.4. Curcumin induces apoptosis in HCT-116 human colon cancer cells in a p21 independent manner. Watson JL & cols – Exp Mol Pathol, 2008, March 4.5. Cancer chemoprotective effects of Curcuma longa. Park JH & cols – Phytother Res, 2008, 22(5), 695:698.6. Curcumin inhibits WEHI-3 leukemia cells in BALB/c mice in vivo. Su CC & cols – In Vivo, 2008, 22(1), 63:68.7. Cyto protective and immunomodulating effect of Curcuma longa in Wistar rats subjected to carbon tetrachloride induced oxidative stress. Abu-Rizq HA & cols – Inflammopharmacology, 2008, 16(2), 87:95.
8.
Effects of curcumin on bladder cancer cells and development of urothelial tumors in a rat bladder carcinogenesis model. Tian B & cols – Cancer Letters, 2008, 264(2), 299:308.9. Cancer chemopreventive effects of curcumin. Surh YJ & Chun KS – Adv Exp Med Biol, 2007, 595, 149:172.
10.
Curcumin inhibits tumor growth and angiogenesis in ovarian carcinoma by targeting the nuclear factor kB pathway. Lin YG & cols – Clin Cancer Res, 2007, 13(11), 3423:11. Curcumin for chemoprevention of colon cancer. Johnson JJ & Mukhtar H – Cancer Letters, 2007, 255(2), 170:181.
12.
Biological effects of curcumin and its role in cancer chemoprevention and therapy. Singh S & Khar A – Anticancer Agents Med Chem, 2006, 6(3), 259:270.13. Curcumin inhibits cell migration of human colon cancer [colo 205] cells through the inhibition of nuclear factor kappa B / p65 and down regulates cyclooxigenase-2 and matrix metalloproteinase-2 expresssions. Su CC & cols – Anticarcer Res, 2006, 2A, 1281:1288.14. Comsumption of the putative chemopreventive agent curcumin by cancer patients: assessment of curcumin levels in the colorectum na their pharmacodynamic consequences. Garcea G & cols – Cancer Epidemiol Niomarkers Prev, 2005, 14(1), 120:125.
15. Curcumin supresses the paclitaxel induced nuclear factor kB pathway in breast cancer cells and inhibits lung metastasis of human breast cancer in nude mice. Aggarwal BB & cols – Clin Cancer Res, 2005, 11(20), 7490:
16. Curcumin (diferuloylmethane) down regulates expression of cell proliferation and antiapoptotic and metastatic gene products through suprresion of IkBa kinase and Akt activation. Aggarwal S & cols – Molec Pharmacology, 2006, 69(1), 195:206.
17. Phase I clinical trial of oral curcumin: biomarkers of systemic activity and compliance. Sharma RA & cols – Clin Cancer Res, 2004, 10, 6847:6854.
18. Phase I clinical trial of curcumin, a chemopreventive agent, in patients with high risk of pre-malignant lesions. Cheng AL & cols – Anticancer Res, 2001, 21(4B), 2895:2900.
19. Chemopreventive effect of curcumin, a naturally occurring anti-inflammatory agent, during the promotion / progression stages of colon cancer. Kawamori T & cols – Cancer Res, 1999, 59, 597:601.
20. Potent preventive action of curcumin on radiation-induced initiation of mammary tumorigenesis in rats. Inano H & cols – Carcinogenesis, 2000, 21(10), 1835:1841.
21.
The inhibitory effect of curcumin, genistein, quercetin and cisplatin on the growth of oral cancer cells in vitro. Elattar TM & Virji AS – Anticancer Res, 2000, 20(3A), 1733:1788.22. Therapeutic potential of curcumin in human prostate cancer. II. Curcumin inhibits tyrosine kinase activity of epidermal growth factor receptor and depletes the protein. Dorai T, Gehani N & Katz A – Mol Urol. 2000 Spring, 4(1), 1:6.23. Curcumin-containing diet inhibits diethylnitrosamine-induced murine hepatocarcinogenesis. Chuang SE & cols – Carcinogenesis, 2000, 21(2), 331:335.
24. Curcumin inhibits cell proliferation by interfering with the cell cycle and inducing apoptosis in colon carcinoma cells. Chen H, Zhang ZS, Zhang YL & Zhou DY – Anticancer Res, 1999, 19(5A), 3675:3680.
25. Identification and characterization of a super stable Cu-Zn SOD from leaves of turmeric (Curcuma longa). Kochhar S & Kochhar VK – Planta, 2008, 228(2), 307:318.
26. Curcumin prevents the development of dextran sulfate sodium (DSS) induced experimental colitis. Deguchi Y & cols – Digestive Dis Sci, 2007, 52(11), 2993:2998.
27. Curcumin induces apoptosis and inhibts prostaglandin E (2) production in synovial fibroblasts of patients with rheumatoid arthritis. Park C & cols – Int J Mol Med, 2007, 20(3), 365?372.
28. Regulation of COX and LOX by curcumin. Rao CV – Adv Exp Med Biol, 2007, 595, 213:226.
29. Antioxidant and anti-inflammatory properties of curcumin. Menon VP & Sudheer AR – Adv Exp Med Biol, 2007,595, 105:125.
30. Curcumin combats against cigarette smoke and ethanol induced lipid alterations in rat lung and liver. Vanisree AJ & Sudha N – Mol Cell Biochem, 2006, 288(1-2), 115:123.
31. Curcumin therapy in inflammatory bowel disease: a pilot study. Holt PH, Katz S & Kirshoff R – Dig Dis Sci, 2005, 50(11), 2191:2193.
32. Effect of curcumin on the advanced glycation and cross linking of collagen in diabetic rats. Sajithlal GB, Chithra P & Chandrakasan G – Biochem Pharmacol, 1998, 56(12), 1607:1614.
33. Antioxidant and radical scavenging properties of curcumin. Ak T & Gülçin I – Chem Biol INteract, 2008, May 7.
34. Role of curcumin in health and disease. Pari L, Tewas D & Eckel J – Arch Physiol Biochem, 2008, 114(2), 127:149.
35. The antidepressant effects of curcumin in the forced swimming test involve 5 HT1 and 5 HT2 receptors. Wang R & cols – Eur J Pharmacol, 2008, 578(1), 43:50.
36.
Curcumin reverses impaired hippocampal neurogenesis and increases serotonin receptor 1A m RNA and brain derived neurotrophic factor expression in chronically stressed rats. Xu Y & cols – Brain Res, 2007, 1162, 9:18.37. Neuroprotective effect of curcumin is mainly mediated by blockade of microglial cell activation. Lee HS & cols – Pharmazie, 2007, 62(12), 937:942.
38. Curcuma oil modulates the nitric oxide oxide system response to cerebral ischemia reperfusion injury. Dohare P, Varma S & Ray M – Nitric Oxide, 2008, April 26.
39. Antidepressant effects of curcumin in the forced swim test and olfactory bulbectomy models of depression in rats. Xu Y & cols – Pharmacol Biochem Behav, 2005,82(1), 200:206.
40.
Curcumin induces apoptosis-independent death in oesophageal cancer cells. O'Sullivan-Coyne G, O'Sullivan GC, O'Donovan TR, Piwocka K, McKenna SL. Br J Cancer, 2009 Nov 3;101(9):1585-95.

Fonte:http://celiomendes-saude.blogspot.com.br/2010/02/curcumin-ciencia-comprova-sua-acao.html

Aché lança Motore, fitomedicamento destinado ao tratamento da Osteoartrite


Inédito no país, produto é um extrato padronizado e concentrado da curcuma longa, conhecida popularmente por açafrão da terra 

 

O Aché traz em setembro mais um medicamento inovador baseado na natureza: Motore, fitomedicamento voltado para tratamento osteoartrite (OA), cuja ação é anti-inflamatória e antioxidante de longo prazo. 

 

Motore tem como princípio ativo a curcuma longa, agente corante amarelo característico da raiz do açafrão da terra, sendo que seu extrato seco contém um conjunto de substâncias (chamados curcuminoides) que inibem a dor e inflamação. 

 

Este é o primeiro medicamento fitoterápico no país que utiliza o extrato padronizado e concentrado da curcumina em sua formulação, o que garante eficácia no combate a inflamação com poucas reações adversas. Com isso, Motore torna-se uma opção terapêutica eficaz e segura para Ortopedistas e Reumatologistas.

 

O novo lançamento do Aché foi desenvolvido em parceria com o laboratório italiano Indena, um dos mais modernos no mundo em pesquisa científica com fitomedicamentos 

 

“Motore é uma exclusividade no mercado de anti-inflamatórios por ser um fitomedicamento, que possibilita o tratamento a longo prazo com eficácia e segurança - transformando-o em um ótimo tratamento para OA”, disse Sérgio Ricardo cunha, Gerente de Produtos da Franquia Músculo-Esquelética do Aché.

 

Sérgio Ricardo ressalta ainda que as projeções sobre o envelhecimento da população brasileira mostram que as próximas gerações médicas devem atender três vezes mais casos de osteoartrite do que de lesões esportivas, que atualmente predominam nos consultórios dos especialistas. 

 

A Osteoartrite é uma das doenças mais comuns da terceira idade. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 70% das pessoas entre 55 e 77 anos sofram com osteoartrite  – cuja causa principal é a redução da cartilagem que protege as articulações.

 

No Brasil, a osteoartrite já atinge 9,9 milhões de brasileiros e deve crescer cerca de 24% até 2015, ultrapassando 12 milhões de pessoas com a enfermidade.

 

Motore

 

Princípio ativo: Extrato seco de curcuma longa (equivalente a 50 mg de curcuminoides). Excipientes: polissacarídeos de soja, fosfato de cálcio dibásico, hiprolose, croscarmelose sódica, povidona, dióxido de silício, talco e estearato de magnésio.

 

Apresentação: Cápsulas de 250 mg. Embalagens com 60 e 120 comprimidos. 

 

Indicação: Motore é um medicamento fitoterápico destinado ao tratamento da osteoartrite e artrite

 

reumatoide, e tem ação anti-inflamatória e antioxidante.

 

PMC (ICMS 18% SP): 60 cápsulas R$ 67,60 / 120 cápsulas R$ 109,00 

 

Registro MS: 1.0573.0442

 

CAC Aché: 0800-701-6900

 

Sobre o Aché Laboratórios

 

O Aché é uma empresa 100% brasileira, com mais de 45 anos de atuação no mercado farmacêutico. Conta com três complexos industriais, um em sua sede, em Guarulhos (SP), e outro em São Paulo (SP), e participação acionária de 50% na Melcon, em Anápolis (GO), cerca de 3,9 mil colaboradores e uma das maiores forças de vendas do segmento no Brasil. Para atender às necessidades dos profissionais de saúde e consumidores, o Aché oferece um portfólio diversificado com mais de 280 marcas em 695 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar também nos segmentos de dermatologia e nutracêuticos. Ao todo, são 132 classes terapêuticas e 17 especialidades médicas atendidas. Recentemente, com a criação da Bionovis, passou a atuar em Biotecnologia. No mercado internacional, exporta para 12 países das Américas e África. Em 2012, a agência classificadora Fitch elevou o rating da Companhia para AAA em escala nacional e BBB internacional – além da concessão de rating pela agência Standard & Poor’s, com notas AAA em escala nacional e BBB- em escala Global.

 

www.ache.com.br

 

www.facebook.com/achelaboratorios


Postagens mais visitadas deste blog

OVOS - QUANTOS POSSO COMER POR DIA ?

Ovos — Quantos Posso Comer por Dia?

Os ovos são uma fonte ampla­mente disponível, barata e ver­sátil em ter­mos de pro­teí­nas, cál­cio e vit­a­m­i­nas. Eles tam­bém são fre­qüen­te­mente asso­ci­a­dos a efeitos adver­sos como prob­le­mas de coles­terol e dia­betes. No entanto, a pesquisa atual mostra que o con­sumo mod­er­ado de ovos pode ser seguro e bené­fico para adul­tos saudáveis. A ingestão diária depen­derá de uma série de fac­tores, incluindo a história da saúde, sexo e nível de activi­dade da pessoa.


Nutrição

Famosos por seus altos níveis de pro­teína e cál­cio, os ovos con­têm uma série de vit­a­m­i­nas e min­erais impor­tantes. Um único ovo cozido grande tem ape­nas 78 calo­rias, mas ofer­ece 6,29 g de pro­teína, 25 mg de cál­cio, 0,59 mg de ferro e 112,7 mcg de col­ina. O ovo con­tém 22 mcg de ácido fólico, 260 UI de vit­a­m­ina A, 44 UI de vit­a­m­ina D e 176 mcg de luteína e de zeax­an­tina, bem como peque­nas quan­ti­dades de muitas das vit­a­m­i­nas do com­plexo B.
Coles­…

TIPOS DE SAIS USADOS NA CULINÁRIA E SUAS PROPRIEDADES

Tipos de Sais e suas Diferenças
Nós sabemos que o sal é um nutriente obrigatório na dieta de qualquer pessoa, todos precisam de sal para viver, mas é preciso muito cuidado no consumo do sal. O cloreto de sódio é responsável por males perigosos como hipertensão e doenças cardiovasculares. Existem alguns tipos de sal e acredite, muitos podem substituir o sal de mesa refinado, o vilão desta história toda! Saiba das diferenças. Sal refinado ou de mesa: É o mais comum e o mais usado no preparo de alimentos. É dissolvido e recristalizado a temperatura e pressão controladas em instalações industriais. De acordo com as leis brasileiras, o sal de cozinha deve ser acrescido de iodo para se evitar o bócio. Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo. Flor de …

O QUE SÃO BIOFLAVONÓIDES ?

São pigmentos vegetais hidrossolúveis, que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas etc.      Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protetora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subseqüentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência – razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C – …