Pular para o conteúdo principal

DETOX DE AÇÚCAR : DIETA AUSTRALIANA QUE VIROU HIT

detox (Foto: Henrique Gendre)

Detox de açúcar: dieta australiana que virou hit

Conheça em primeiríssima mão o método australiano que é bochicho no mundo todo por 1) exterminar o vício em açúcar; 2) melhorar a saúde e o ânimo; 3) afinar a silhueta. 
 
Posicione-se em frente a uma caixa de brigadeiros e responda: dá pra se controlar e comer só um? a menos que você faça parte de 0,01% da humanidade e seja um ser extremamente evoluído, provavelmente vai perder a conta lá pelo terceiro briga... se for o caso, má notícia: isso é vício – vício em açúcar, um mal moderno e muito mais comum do que a gente imagina. E foi justamente por ser viciada confessa que a jornalista australiana sarah wilson decidiu fazer um experimento sugar free em 2011. “pesquisando, descobri que leva oito semanas pra quebrarmos um hábito, então me propus a cortar todo o açúcar da alimentação por esse período pra recalibrar o organismo e só então reintroduzi-lo em quantidade menor”, conta a autora do best seller "I Quit Sugar", sem previsão de lançamento por aqui (pena!).


De lá pra cá, vieram outros livros e milhares de adeptos ao detox de açúcar. “não é uma dieta com restrições impossíveis”, explica sarah. “o que faz as pessoas perderem peso é substituir o açúcar por outras delícias, só que saudáveis e ricas em proteína.” Na prática, o sistema corta temporariamente doces, carboidratos refinados, vários industrializados e frutas – embora elas sejam nutritivas, são ricas em frutose, açúcar que nosso corpo não foi programado pra metabolizar bem e que se converte em gordura quase que instantaneamente. Passados dois meses, o corpo se desintoxica, o cérebro se reprograma e, mesmo que você volte a comer açúcar, consegue se controlar – olha que bênção! Eis o lado revolucionário de "I Quit Sugar" que esmiuçamos a seguir.

 
Semana 01: diminua o açúcar e os carboidratos refinados corte doces, sorvete, brigadeiro, pães de farinha branca, tortas salgadas, fritura e comece a fazer trocas espertas: pipoca no lugar do cookie e queijo no lugar da sobremesa. Refri, só zero. e stévia no café. Aprenda a... tomar suco verde pela manhã e compor as principais refeições com filé de carne, frango ou peixe + salada + legumes + 3 colheres de arroz integral + 1 concha de feijão. Bem possível!
 
Semana 02: incorpore mais gordura e proteína. Não é loucura: é a chave pra compensar o açúcar que você cortou, ter saciedade e colocar seu corpo pra funcionar melhor (gordura boa protege o corpo de toxinas). coma abacate, queijo de cabra, nuts, ovos e substitua o óleo de soja pelo de coco. Aprenda a... comprar leite, cream chease e iogurte integrais – as versões light quase sempre compensam a pouca gordura com variações mascaradas de açúcar, sabia?
 
Semana 03: corte fruta, refri, mel e molho pronto comece a olhar rótulos pra ver se não tem açúcar oculto ali (em nomes diferentões como xarope de milho, sucralose, maltodextrina, dextrose etc) e dê adiós a barrinhas de cereais, catchup, molho de tomate comprado, mel, granola e iogurte com sabor (o natural pode). Aprenda a... planejar seus snacks. boas ideias: bolinhas de queijo de búfala, mix de nuts, palitos de pepino, rodelas de batata-doce cozidas
 
Semana 04: fique firme & forte no cardápio e no propósito a ideia é continuar como na semana anterior, redobrando a atenção aos deslizes. e corte o suco de fruta, combinado? Ele tem muita frutose, inimiga power aqui. a boa notícia é que a água de coco está liberada! Aprenda a... dizer não. vão te dizer que fruta é saudável. e é, mas não em quantidades cavalares! calma, você está se desintoxicando e, ao fim do projeto, vai voltar a consumi-las – até duas por dia. 
 
Semana 05: inclua mais chá e novas recompensas nessa fase, é normal você se sentir meio enjoada, com intestino preso ou até com dor nas juntas – faz parte do detox e é positivo! a sacada agora é manter a linha até virar hábito. toda vez que quiser um doce, combine com você mesma de esperar 20 minutos pra ter certeza de que quer aquilo. Se deslizar, ok: siga de onde parou. Aprenda a... fazer do chá um ritual várias vezes ao dia. ele ajuda a desintoxicar e dá sensação de conforto.

Semana 06: retome (umpouco) de doçura agora você reincorpora frutas com menos frutose – leia-se kiwi, mirtilo, framboesa, melão, morango. Também tente receitas com stévia, canela, leite de amêndoas – pode inclusive se permitir chocolate com mais de 85% de cacau. Aprenda a... moderar – mesmo nos doces artificiais! pesquisas sugerem que ingerir adoçantes em excesso aumenta a fissura por açúcar (e isso pode acabar te engordando, que paradoxo!).


Semana 07: mantenha o pé atrás e se desintoxique pós-deslize isso quer dizer continuar com o cardápio saudável e low sugar e desconfiar do açúcar, mesmo quando o dito-cujo vier acompanhado de uma aura saudável – tipo bolinho de açúcar demerara ou morango com calda de chocolate amargo. Aprenda a... fazer um minidetox. no dia depois de exagerar em algo, corte carboidrato e capriche em vegetais + proteínas quentinhos, com direito a queijo, tá?

 
Semana 08: prefiratudo natural e integral – pra sempre se você chegou até aqui, seu cérebro já incorporou o hábito de dizer não ao açúcar. Então tudo o que você precisa é manter a pequena quantidade dele por dia – o máximo de duas frutas, os doces da semana 6 e, please, muita cautela nos molhos prontos. Aprenda a... consumir menos industrializados e tudo integral! essa é a melhor maneira de continuar a controlar o açúcar que consome e manter a linha.

Fonte:http://revistaglamour.globo.com/Beleza/Fitness-e-dieta/noticia/2015/04/detox-de-acucar-dieta-australiana-que-virou-hit.html

detox (Foto: Henrique Gendre)


Postagens mais visitadas deste blog

TIPOS DE SAIS USADOS NA CULINÁRIA E SUAS PROPRIEDADES

Tipos de Sais e suas Diferenças
Nós sabemos que o sal é um nutriente obrigatório na dieta de qualquer pessoa, todos precisam de sal para viver, mas é preciso muito cuidado no consumo do sal. O cloreto de sódio é responsável por males perigosos como hipertensão e doenças cardiovasculares. Existem alguns tipos de sal e acredite, muitos podem substituir o sal de mesa refinado, o vilão desta história toda! Saiba das diferenças. Sal refinado ou de mesa: É o mais comum e o mais usado no preparo de alimentos. É dissolvido e recristalizado a temperatura e pressão controladas em instalações industriais. De acordo com as leis brasileiras, o sal de cozinha deve ser acrescido de iodo para se evitar o bócio. Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo. Flor de …

OVOS - QUANTOS POSSO COMER POR DIA ?

Ovos — Quantos Posso Comer por Dia?

Os ovos são uma fonte ampla­mente disponível, barata e ver­sátil em ter­mos de pro­teí­nas, cál­cio e vit­a­m­i­nas. Eles tam­bém são fre­qüen­te­mente asso­ci­a­dos a efeitos adver­sos como prob­le­mas de coles­terol e dia­betes. No entanto, a pesquisa atual mostra que o con­sumo mod­er­ado de ovos pode ser seguro e bené­fico para adul­tos saudáveis. A ingestão diária depen­derá de uma série de fac­tores, incluindo a história da saúde, sexo e nível de activi­dade da pessoa.


Nutrição

Famosos por seus altos níveis de pro­teína e cál­cio, os ovos con­têm uma série de vit­a­m­i­nas e min­erais impor­tantes. Um único ovo cozido grande tem ape­nas 78 calo­rias, mas ofer­ece 6,29 g de pro­teína, 25 mg de cál­cio, 0,59 mg de ferro e 112,7 mcg de col­ina. O ovo con­tém 22 mcg de ácido fólico, 260 UI de vit­a­m­ina A, 44 UI de vit­a­m­ina D e 176 mcg de luteína e de zeax­an­tina, bem como peque­nas quan­ti­dades de muitas das vit­a­m­i­nas do com­plexo B.
Coles­…

O QUE SÃO BIOFLAVONÓIDES ?

São pigmentos vegetais hidrossolúveis, que dão cor às cascas, caules, flores, folhas, frutos, raízes e sementes das plantas, cujas variantes catalogadas já somam mais de 1.200, dividas em inúmeros subgrupos – flavonas, flavonóides, flavononas, isoflavonas etc.      Os bioflavonóides foram descobertos pelo Prêmio Nobel Albert Szent-Gyorgyi durante o processo de tentativa de isolar a vitamina C. A primeira propriedade por ele observada foi a ação protetora que exerciam sobre a capilaridade ao interromper o sangramento das gengivas. Estudos subseqüentes mostraram, no entanto, que os bioflavonóides não respondiam às definições das vitaminas, assim como não era possível identificar sintomas típicos para sua deficiência – razões alegadas pelo FDA, em 1968, para declará-los terapeuticamente ineficientes e proibir a sua prescrição médica. Esses argumentos, porém, não foram suficientes para interromper as pesquisas, que logo constataram a interdependência dos bioflavonóides com a vitamina C – …